A figura do representante dos encarregados de educação já existe, sendo escolhido na primeira reunião do ano lectivo entre o professor titular ou director de turma e os encarregados de educação. Aliás, até é costume escolherem-se dois.

Não percebo é se o pai representante de toda a Nação de pais (excepção a mim, pelo menos) está desmemoriado, tanto é o tempo de exercício da função.

Se a função é exercida como deveria?

Não me parece, mas… talvez isso seja função do movimento parental e não apenas das escolas…

Pois as funções de representação do pai dos pais não se podem restringir aos gabinetes e aparições mediáticas a mandar os outros fazer…

Confap defende figura de pai representante de turma como intermediário nas relações escolares

A Confap quer ver definida pelas escolas a missão da figura do pai representante de turma, para que possam funcionar como intermediários entre os alunos, os restantes pais e os professores na gestão das relações entre estes intervenientes escolares.

“Queremos que fique [consagrado] na organização do ano letivo que as escolas definam a missão do pai representante de turma, para pegar nestes pais como mensageiros”, disse hoje o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, na conferência ‘Não à Violência na Escola’, organizada pela Fundação Pro Dignitate, em Lisboa.