Terça-feira, 26 de Fevereiro, 2013


Arctic Monkeys, Brianstorm

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De toda uma escola ou agrupamento. Independentemente do que tenha sido alegado. A nova estratégia preguiçosa e terraplanante da DGAE. De novo sem contra-argumentação, mas mera evocação generalista  do artigo 48º do CPA e de duas normas do ECD…

… “isto” aqui é um local perigoso.

Parece que na nova DGEstE ninguém se entende e que há mais preocupação com o uso dos carros do que em resolver as coisas ou sequer perceber quem tem competência (formal) seja para o que for. E que o caciquismo campeia, em especial do Mondego para cima, mas não só. Que aquilo é relvice e menesice que não se pode.

Puff!

PGVelho

proOrdem

A Pró-Ordem Fixa Prazo ao Ministro para Marcação de Reunião

Como é sabido, o Ministério da Educação e Ciência, através do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, prepara-se para receber amanhã a Fenprof e a FNE. A este propósito, a Pró-Ordem não pode deixar de vir a público revelar os seguintes factos:

1º) Desde o dia 11 de Dezembro de 2012 que a Pró-Ordem oficiou ao Senhor Ministro da Educação e Ciência, solicitando-lhe uma reunião urgente, com a própria pessoa do Prof. Nuno Crato, para tratarmos da sobrecarga horária das tarefas letivas e não letivas dos docentes e de outros assuntos que por dependerem de decisão política, ultrapassam as competências de um secretário de Estado.

2º) Posteriormente, confirmámos junto dos serviços do respetivo Gabinete a receção daquele pedido.

3º) Entrámos no novo ano de 2013 sem que o MEC se dignasse dar qualquer tipo de resposta (sequer, ao menos, o cumprimento da protocolar boa educação de acusar os e-mails, fax, cartas, entretanto enviados…). Pelo que

4º) Durante os meses de janeiro e fevereiro, por diversas vezes, contactámos o Secretariado pessoal do Senhor Ministro, insistindo na necessidade de ser agendada aquela reunião entre a Direção Nacional da Pró-Ordem e o próprio Ministro. Debalde …

5º) Na passada semana, o Presidente da Pró-Ordem conseguiu, finalmente, chegar à fala, telefonicamente, com o Chefe de Gabinete do Ministro. Foi uma conversa simpática no plano pessoal, mas não passou disso, pois do ponto de vista institucional a reunião continua por agendar. Termos em que

6º) Somos levados a colocar a seguinte questão:

– Será que para conseguirmos uma simples reunião de trabalho com o atual Ministro, teremos de fazer previamente uma concentração de dirigentes sindicais à porta do Ministério?

7º) Se assim é, fica, desde já o aviso: caso a data para a referida reunião – com o próprio Senhor Ministro – não seja marcada até ao final desta semana, promoveremos uma ação à porta do Ministério.

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2013

Pela Direção Nacional

 O Presidente

 Filipe do Paulo

Why Can Some Kids Handle Pressure While Others Fall Apart?

Judge Says State Cannot Withhold Aid to City Schools Over Teacher Evaluation Impasse

State officials, for now, cannot stop $260 million in aid from flowing into New York City’s schools as a penalty for the city’s failure to iron out a plan for evaluating public school teachers, a state judge ruled this week.

… a constituição de uma nova associação de escolas com interesse nos contratos de associação com o Estado, logo ali na zona Centro.

Nem a argumentação usada.

Deram agora um sinal de vida.

Deve ser do “projecto de gestão” que dizem existir.

Ou “projecto de subsídio”…

A verdade é que o MEC se quisesse poupar dinheiro, não o entregava para pagamentos “externos” se diz que tem professores a mais.

Se o MEC quisesse mesmo racionalizar os seus meios, em vez de clamar que há menos alunos, tentaria cativá-los para a rede que diz ter com excesso de meios.

Ou será que na zona Centro e em Coimbra há um oásis de horários-zero? Ahhh, já sei… é preciso contar com o custo das escolas…

Sentir

Colhido no fbook sem autoria claramente atribuída.

(afinal é de Gui Castro Felgas)

Enquanto testes intermédios e exames forem feitos de acordo com as marés e os gostso particulares dos timoneiros do momento não vale muito a pena comparar seja o que for…

Pub26Fev13

Público, 26 de Fevereiro de 2013

Ainda a iluminação nas ruas.

 

Em tempo de crises e de tão necessárias poupanças, que em certas circunstância nos vão acarretando a cada dia de vida muito pior ficar que no dia anterior, parecendo assim continuar numa espiral interminável, a iluminação nas ruas das cidades e mais especificamente do Porto, talvez devesse ser tratada de outra forma.

Uns dias com céu aberto – ou seja em que escurece “naturalmente ” mais tarde , – ao fim  do dia acende-se a luz em todo o lado, antes de necessário dever ser. Noutros – fins de dia –  a luz acende-se tardiamente, e fica uma escuridão em todo o lado, que perigosa pode ser- já nem só por assaltos – mas por nós cidadãos, quer a pé, quer automobilizados, não vermos o que deveríamos poder bem melhor ver. E de madrugada acontece exatamente o mesmo, ao contrário. Havendo madrugadas em que tudo fica demasiado escuro, quando está o céu excessivamente encoberto, e o contrário sendo também uma realidade.

Se chegarmos ao próximo Inverno , vivos – o que não vai ser lá muito fácil, com o aumento em espira, do desemprego, com o corte em espiral das reformas de reformados e pensionistas, com a política negativa de maternidade, etc., etc…- , não será possível, já, com antecipação e antecedência,  estudar uma forma de iluminar parcialmente ruas? Poupando sem escurecer e sem demasiado iluminar!?

 Sendo que, quando está em pleno a luz – pública, paga pelos nossos impostos –  acesa na cidade, em determinados locais é excessiva. Parece dia!!!! Logo poderia – deveria – ser reduzida e muito. Poupar, poupando, dando o exemplo, sem tudo demasiado escurecer! Nem excessivamente iluminar!

 E seria feita a poupança publica tão necessária,  onde poupar se deve, sem esmagar um mínimo bem estar das Pessoas, como Pessoas que somos, logo,  talvez com mais critérios, mais certezas, e melhor planeamento e até sensibilidade social! Ou não!

 

Augusto Küttner de Magalhães

Fevereiro de 2013

Pissarro

Camille Pissarro, Pommiers à Eragny (c. 1900)