Ficou na ordem do dia graças ao extremo rigor da Presidência da República na apreciação da qualidade das leis (coff, coff, coff…), mesmo se com anos de atraso.

Mas tudo se poderia ter resolvido, relembrando Gil Vicente.

Porque o grande mestre da nossa teatralidade imortalizou o fideputa como ofensa dirigida ao interlocutor e não à sua mãezinha. Pois fidaputa seria ofensa à dita progenitora e não ao sacaninha em apreço.

Se mesmo na ofensa há que saber dominar a língua, o que dizer da produção legislativa de tanto fide?

Leitura adicional útil.