Quando se vota é para representantes dos eleitores, que são os deputados. Os ministros são, pelo menos em termos formais, escolhas do chefe do partido mais votado, na maior parte dos casos. O Parlamento é que vota a confiança ou desconfiança ao Governo, pelo que o ministro Relvas é apenas um membro do poder executivo, sem escolha eleitoral directa. Eu acredito que fazer certas cadeiras por equivalência, na base do mérito de dirigente associativo folclórico pode produzir equívocos, mas…

GRÂNDOLA