Terça-feira, 19 de Fevereiro, 2013


Foals, Inhaler

Este e qualquer governo futuro não terá qualquer credibilidade enquanto a família dos d’armanis e socas, os anteriores e os actuais, governar.

 

socrinhasalpha

dourada para a cândida do d’armani e socas.

 

Cortes a dobrar nas pensões surpreendem reformados

Os reformados estão a ser surpreendidos pelo recibo do mês de fevereiro. A Segurança Social está a cobrar os duodécimos e aumento de impostos a dobrar, sem fornecer qualquer informação, gerando confusão e apreensão entre os pensionistas que não percebem o que aconteceu à sua pensão e a amplitude dos cortes.
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Eis um caso concreto:
Reforma

Quando se vota é para representantes dos eleitores, que são os deputados. Os ministros são, pelo menos em termos formais, escolhas do chefe do partido mais votado, na maior parte dos casos. O Parlamento é que vota a confiança ou desconfiança ao Governo, pelo que o ministro Relvas é apenas um membro do poder executivo, sem escolha eleitoral directa. Eu acredito que fazer certas cadeiras por equivalência, na base do mérito de dirigente associativo folclórico pode produzir equívocos, mas…

GRÂNDOLA

FENPROF, semana de luta e de luto. Dia 2. A ameaça do despedimento. O ministério faz bullying sobre os professores.

FENPROF, início da semana de luta.

Eu lembro-me bem do que escrevi sobre o desgoverno de Sócrates e como era um imperativo nacional que o seu tempo acabasse antes que arrastasse o país para uma espiral de endividamento sem retorno. Escrevi também, e não o renego, que se isso tivesse de ser feito à custa de uma governação de Direita não haveria que ter receio e pagar esse preço.

Ora bem… chegámos ao ponto em que a experiência de quase dois anos já provou que em troca do endividamente externo se passou para o esbulho interno. Aos negócios das PPP com amigos sucedeu-se o encobrimento de dívidas e buracos de compadres e conhecidos.

Como em 2011 era indispensável correr com o Partido de Sócrates do poder a todo o custo, tornou-se evidente que é indispensável correr com a facção do Pedro e do Miguel da governação, no prazo mais curto que seja possível. Até porque já tiveram tempo suficiente para mostrar a sua incompetência para brincar com o aparelho de Estado e para demonstrar que não é com equivalências e habilidezas que se governa mesmo um país suave de hábitos como o nosso.

Mesmo tendo em conta que o Presidente se vai entretendo a distribuir medalhas, o Provedor de Justiça se destaca por arquivar as queixas dos cidadãos, a Procuradoria Geral da República se ocupa em guerras internas pelo controle da máquina e o Tribunal Constitucional se assemelha a uma tertúlia que toma decisões de conveniência política e não com base jurídica.

Estando a base da soberania democrática no tão evocado “povo”, parece-me a mim que, como antes, não é apenas de quatro em quatro anos que deve ser ouvido em situações de previsível catástrofe política e social. E o seu som, independentemente da selecção musical, começa a fazer-se ouvir para além da apatia e desânimo em que o quiseram silenciar.

E tal como antes achava que o “povo de Esquerda” deveria colaborar no derrube de Sócrates por ser um imperativo nacional, não servindo o argumento do medo do papão da Direita, também acho agora que o “povo de Direita” não deve recear o derrube de Passos e Relvas, só porque isso pode reconduzir a Esquerda ao poder. Até porque, com a experiência ganha com todo este processo, quero acreditar que não serão cometidos os mesmos erros do passado recente e haverá um controle mais apertado de qualquer governação futura.

Considero, portanto, que a cegueira causada pela partidarite aguda ou por eventuais traumas anti isto e aquilo deve dar lugar a um olhar claro e objectivo sobre o actual estado de desgoverno do país, com falhas sucessivas, amadorismos diversos, compadrios evidentes, negócios calamitosos para o interesse público e uma total ausência de sentido de Estado.

Como antes, é importante fechar mais este ciclo negro da nossa História. O relvas-governante é um atentado de lesa-pátria e quem dele depende para manter o poder é cúmplice dessa ofensa a um país que, apesar de muita mediocridade política, antiga e moderna, precisa recuperar algum orgulho e não se envergonhar a cada noticiário ou primeira página de jornal.

 

Relvas, recebido com protestos em conferência da TVI, foi-se embora sem discursar

E como bem li no FB do Cão Azul, Relvas sempre passou mais tempo no ISCTE do que na Lusófona a fazer o curso.

… de que a semana já está quase ultrapassada, tamanho o trabalho e esforço que exigem para que façam algum sentido?

Cansad

 

Governo vai criar cursos superiores com menos de três anos

O secretário de Estado do Ensino Superior admite a possibilidade destes novos cursos avançarem já no próximo ano lectivo.

João Queiró anunciou hoje que o Governo vai criar cursos superiores nos Institutos Politécnicos com duração inferior a 3 anos. O secretário de Estado do Ensino Superior assegura que estes cursos vão ter maior ligação à empresas e admite que podem arrancar já no próximo ano lectivo.

Fenprof faz piquenique à porta do Ministério da Educação

(…)

Dada a ausência de resposta ao pedido de reunião, o secretário-geral da Fenprof encomendou pizzas e refrigerantes para o almoço dos professores e dirigentes por volta das 13:00.

Parece que ainda há quem viva no guterrismo.

Enquanto ele estiver activo no Governo, todos os restantes governantes estão protegidos de fazer a pior figura ou dizer os maiores disparates, porque o coordenador político está lá para dar tudo às balas.

Sem o Relvas, já perceberam quanto tempo ficava livre para analisar as asneiradas dos outros?

HEstado

O Homem de Estado, Ansião, 2012

PGR abre inquérito disciplinar a Cândida Almeida e informa-a que vai deixar liderança do DCIAP

Em causa está uma fuga de informação relativamente a reuniões entre Joana Marques Vidal e alguns magistrados.

cocos

Relvococcus Miguelynphyas

Ou então era melhor não se atrever a armar-se…

O Governo pôs-se a jeito, fale Lagarde. Só!

 

O Governo pôs-se a jeito para que os senhores e senhoras que nos emprestam o dinheirito para sobrevivermos, nos falem diretamente. Errado. Mas está feito.

A incoerência de algumas medidas, a total insensibilidade do Governo para connosco, Pessoas deste País, abriu a porta a fazerem tudo em favor do aspecto financeiro e para se sentirem mais resguardos e até descansados a deixarem que nos falem, os da troika, como se tivessem mandato para o fazer. O mandato do dinheiro esse sim! O único que vale, está provado!

E, joga-se ao gato e ao rato. Vem os técnicos dos que fazem as contas por cá, excelentes a fazer contas, a ver onde gastamos o que nos emprestam , e a nossa comunicação social dá-lhes a importância que não têm, não tiveram, nem terão, e lá dizem uma série de tecnicidades que passam a ser lei. O Governo não sabe, mas deveria saber que é mandado a obedecer. Ou sabe? Deve saber!

De seguida a suposta Oposição diz sempre que não pode ser! Se lá estivesse eram iguais, iguais!

De seguida o nosso homem – aquele direitinho, de olhos inchados! –  que controla as Contas, o das Finanças, cá dentro – parece um não humano – diz ao suposto seu chefe e nosso primeiro- ministro de cá, o que este nos tem que dizer, certinho, e este diz que tem que ser , se bem que ache, só ache, com uma folga aqui e um aperto acolá, seria diferente. Mas não, tem que ser. Só mudar umas virgulas, ou nem isso! Se os outros, lá de fora autorizarem!

E andamos nisto! E olhamo-nos nas ruas e não entendemos nada de nada do que nos vai acontecer, a não ser, que estamos a empobrecer dia a dia, sem limite ao empobrecimento. Algo que tanto satisfaz o nosso PM.O Governo e as Oposições não conhecem a rua! Está mais que provado.

E esta espiral de contrassenso – espiral , alguém usou este termo, há pouco! talvez! – sucede-se com a conivência de quem não o deveria ter/ser, desde PR até todas as Oposições – estas só se querem segurar como estão, e estão-se bem! parece! – que em vez de positivamente fazerem a diferença, berram, dizem mal, atacam, mas nada de construtivo “constroem”!

Talvez seja conveniente, já agora, que é o FMI que manda em nós, e também uns dois dos dinheiros da Europa – e como a Europa é uma excelente desunião- , que nada entende nem quer que seja entendido, que seja a Diretora do FMI -Christine Lagarde – a falar-nos diretamente uma vez por mês e poupa-se tudo o resto.

 Pede-se já agora que fale em francês, nunca em alemão, para isso de quando em quando damos atenção à Frau Merkel. E em inglês também não, o Cameron, quer largar a desunião!

Ao que chegamos, e a fazermos como se assim não fosse!

Augusto Küttner de Magalhães

Fevereiro 2013

Reg Liceu Porto