Quinta-feira, 7 de Fevereiro, 2013


Beck, E-Pro

A fenprof quer a luta dos negrinhos.

Retirado de mails de um leitor do blogue acerca deste assunto, que parece ter potencial para nova asneira do MEC…

De acordo com o Despacho n.º 2162-A/2013, de 5 de fevereiro, o Ministério da Educação e Ciência define a calendarização e algumas situações relativas à realização das Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência dos diferentes níveis do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

Aos alunos do ensino básico com necessidades educativas especiais de caráter permanente é aplicado o disposto no artigo 11.º do Despacho Normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro, ou seja, os alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente, abrangidos pelo disposto no n.º 1 do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro (Adequações no processo de avaliação), prestam as provas finais de ciclo previstas para os restantes examinandos, podendo, no entanto, usufruir de condições especiais de avaliação ao abrigo da legislação em vigor.

Os alunos do ensino secundário com necessidades educativas especiais de caráter permanente prestam em cada curso as provas de exame previstas para os restantes alunos, podendo, no entanto, beneficiar de condições especiais de avaliação, ao abrigo da legislação em vigor.

O diploma continua a contemplar abertura ao nível das condições de realização, aguardemos então pela publicação de mais orientações, designadamente as habituais “normas” de exames, nomeadamente com relação à possibilidade da realização de “exames de escolas equivalentes aos exames nacionais”, pelos alunos com “défice cognitivo” e outras “problemáticas graves” que usufruam da medida educativa “Adequações curriculares individuais” (artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro) e da medida educativa “Adequações no processo de avaliação” (artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro).

(…)

O “incrível” e vergonhoso é que, no ano passado, os alunos NEE com problemáticas de índole cognitiva ou de saúde que usufruíssem simultaneamente, ao abrigo do DL n.º3/2008, de 7 de Janeiro, da medida educativa “Adequações curriculares individuais” (Artigo 18.º) e da medida educativa “Adequações no processo de avaliação” (Artigo 20.º) puderam realizar “exames de escola equivalentes a exames nacionais” no 3.º Ciclo e no Secundário e foram impedidos de o fazer no 6.º ano, tendo o ME sido condenado em Tribunal.

A pergunta que eu faço é esta:

O ME vai continuar a “asneirar” e a não cumprir a lei?

Associações indicam nomes de mulheres pressionadas a abortar pela Segurança Social

Nada de concreto, uma espécie de nevoeiro, algodão doce nas 3 peças da SIC até agora. Os nomes que já se conhecem, com uma única excepção, um tal Ricardo Oliveira. Montagem espaventosa, música de thriller, mas o conteúdo fica aquém, muito aquém, até agora, do que se anunciava ser uma investigação como nunca fora feita…

Tudo isto está em jornais, em anteriores peças televisivas, e não é de agora.

Entretanto, na RTP, vai ser entrevistado o senhor secretário de Estado que tem aquelas falhas de memória…

Majoração Matrimonia​l???

… é mesmo para esquecer e colocar na gaveta, esperando que ninguém se lembre?

Estão explicados em definitivo três fenómenos:

  • A forma como reescreve habilmente o passado.
  • A queda para o empreendedorismo (alguém conhece um mrpp dos anos 70 que não tenha acabado director de jornal, ministro, advogado de renome, embaixador, juiz ou algo ainda melhor?)
  • O certificado de idoneidade para ocupar altos cargos no Estado.

Entusiasmei-me bués.

Foi antes de eu nascer, mas isso não interessa nada, pois sou idóneo e competente, ouvistiram?

Dinheiro do TGV vai servir para pagar dívida da Parpública

(…)

O Governo não avançou com a alta velocidade para não aumentar o endividamento, mas foi forçado a mantê-lo, optando por transferir os 600 milhões de euros que tinham sido alocados ao projecto para a Parpública. Este pacote de financiamento servirá, agora, para amortizar a dívida da holding de participações do Estado, ou seja, não haverá TGV, mas o endividamento continua.

Ainda não percebi bem se Álvaro Santos Pereira percebeu bem ao que anda…

Ao que parece só serve para assinar disparate após disparate…

Alvarp

“Por que lhes dais tanta dor, porque padecem assim?”

É o que querem importar para cá… com a racionalização dos tratamentos…

Como nas grandes tragédias, o jornal britânico The Times mostra um mural com fotografias de vítimas. Aqui, vêem-se apenas alguns rostos das muitas centenas de pessoas que morreram. Homens e mulheres, sobretudo idosos, mas também jovens, quando estavam aos cuidados do sistema nacional de saúde britânico – National Health Service (NHS) – abalado agora pelo maior escândalo de que há memória desde que foi criado em 1948.

Um inquérito foi lançado em 2010 quando soou o alarme no Hospital de Stafford perante suspeitas de um tratamento deplorável reservado aos doentes. Um relatório preliminar publicado nesse ano já apontava falhas graves e motivou uma investigação mais aprofundada, também liderada pelo advogado Robert Francis, e agora conhecida.

Mas há mais a precisar de…

Afinal… quem assinou?

Despacho n.º 2234/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação de funções do mestre Francisco Manuel Grácio Gonçalves no cargo de chefe de divisão de Concursos.

Despacho n.º 2235/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação das funções da licenciada Maria Suzana Bento Francisco Simões Maximiano no cargo de diretor de serviços de Recrutamento e Mobilidade.

Despacho n.º 2236/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação das funções da licenciada Sandra Isabel Parreira Paiva no cargo de diretor de serviços de Organização e Planeamento Informático.

Tradução gentilmente cedida por uma leitora, a partir daqui. É a senhora ministra que convocou ministros de outros países, os quais acederam, a ir a uma espécie de sessão de esclarecimento sobre o sistema dual…

Resumo da decisão tomada na 236.ª reunião extraordinária do Concelho Científico (CC) da Friedrich-Heine Universität Düsseldorf, pelo Prof. Dr. B. Bleckmann, decano da Faculdade de Filosofia

Gostaria de os informar sobre a supracitada reunião. Começo pelo resumo da decisão tomada hoje que explico posteriormente.

O Conselho Científico da “Philosophischen Fakultät der Heinrich-Heine-Universität Düsseldorf “decidiu hoje a „nulidade“ do doutoramento e retirar-lhe o grau de doutoramento.

Passo a explicitar: o CC prosseguiu na reunião de hoje os trabalhos sobre as acusações de plágio contra a Prof.ª Doutora A. Schavan. Na base estiveram o relatório preliminar da “Comissão de Provas PhD” e o comentário/tomada de posição da pessoa em causa, incluindo duas posições de professores. Este material foi distribuído há duas semanas pelos membros do CC e foi por eles minuciosamente avaliado/examinado. O CC entendeu que este material é suficiente para continuar o procedimento e poder chegar hoje a uma decisão. Foi declinada a necessidade de haver relatórios de outras universidades.

Os relatórios dos professores referem uma particularidade do doutoramento em Ciências de Educação no início dos anos 80 (séc. XX) ao qual o representante legal da senhora Schavan (advogado) se refere. O CC não conseguiu perceber de que forma isso justifica as peculiaridades das citações. A Faculdade diz, em auto-crítica, que na sua história pode ter havido défices em certas áreas e ainda no acompanhamento e na avaliação de dissertações. No entanto, não há dúvidas que as normas de citação nas Ciências de Educação no ano da dissertação eram as mesmas para toda a Faculdade de Filosofia. As regras de citação foram devidamente comunicadas em directrizes e orientações (como citar textos e as sanções aplicadas quando fossem descobertos casos em essas regras não tivessem sido seguidas).

O não seguimento destas regras esteve na base do reconhecimento de plágios (textos sem indicação do autor) pelo CC que levaram a cabo avalição da dissertação da senhora Schavan, sem correr o risco de “misturar” as anteriores com  regras actuais (de plágio). O CC recusa-se a utilizar outros critérios, na dissertação em causa, que não os que estavam em vigor no início dos anos 80. No contesto da experiência diária académica, ne avaliação de teses/dissertações, o CC pensa que essa não teria sido uma atitude responsável.

Após esclarecimentos e  discussão, o CC subscreve o exame minucioso da comissão: a dissertação da senhora Schavan tem plágio literal de textos em quantidade significativa (sem menção de autor). A quantidade e a forma como foram utilizados “ipsis verbis”, a não indicação das obras/ dos artigos em notas de rodapé ou nas fontes bibliográficas resultam, no entender do CC, uma ideia global: a doutoranda disseminou, de forma sistemática e deliberada, pensamentos/ideias que na realidade não eram seus/suas. A senhora Schavan não conseguiu “remover esta imagem”. A faculdade constata a fraude por plágio intencional. Esta decisão foi tomada com 13 votos a favor e 2 abstenções.

Em seguida, o CC apreciou cuidadosamente todos os argumentos, em especial os que são favoráveis à interessada, nomeadamente:

  • o intervalo de tempo decorrido desde que a dissertação foi escrita,
  • assim como o fato da pessoa em causa não ter nenhum outro grau académico para além deste.

Do outro lado temos, no entanto,

  • a qualidade e a extensão do plágio identificado e
  • o interesse público em proteger a integridade da aquisição de qualificação científica.

Em exercício de discricionariedade conferida pelo estatuto de doutoramento, o CC decidiu, em escrutínio secreto, declarar a dissertação da senhora Schavan “inválida” e “retirar-lhe” o grau de doutoramento.

Como decano, registarei nos próximos dias, os motivos de decisão do Conselho da faculdade e enviarei à interessada, que tem um prazo de quatro semanas para recorrer da decisão. A Faculdade de Filosofia está preparada para nos próximos dias/semanas tornar esta decisão transparente desde que não colida contra os direitos de personalidade da interessada.

Bem me parecia que o miguel tinha razão para o considerar competente… e o pedro para o achar MUITO IDÓNEO. E empreendedor.

Franquelim foi consultor de empresa que não existia

O currículo de Franquelim Alves, novo secretário de Estado do Empreendedorismo, continua a gerar polémica Na biografia oficial que consta no site oficial do Governo, o governante terá entrado para a Ernst & Young aos 16 anos, numa altura em que a empresa financeira não existia.

Não fazer obras na via pública quando devem ser feitas.

 

Alberto Castro no JN faz uma muito exacta referencia a obras a decorrer na AEP aqui no Porto no sábado 02.02.2013 à tarde, incomodando tudo e todos. E muito bem refere que filas e filas de transito a não circular por estas obras serem feitas a destempo, fazem tantos portugueses gastar litros e litros de combustível. Aqui lembro que este combustível é importado, ficando todos a perder, individual e colectivamente. O utilizador que paga o combustível – nada barato! – que “aqui desperdiça” e o Estado que exporta divisas onde o não deve fazer, para queimar! A não ser que os impostos sobre o combustível compensem, queimá-lo, para aumentar a receita do OE!

Na 6ª feira anterior ao fim do dia – 01.02.2013 – , era impossível passar num sentido no viaduto por cima da mesma AEP, havia – e ainda deve haver – uma obra de repavimentação que fazia entupir todo o transito. E acontecerem exactamete os mesmos problemas que Alberto Castro apontou, exacatamete, no caso, na parte superior da mesma AEP!

“Isto” é tao normal nesta cidade e arredores, na VCI, em todo o lado. Fazem-se obras de via , evidentemente tão necessárias -temos o Porto todo a esburacar-se! – durante o dia, e nunca durante a noite! E perde-se – se, se chegou a ter a ideia! – completamente, a noção dos custos acrescidos a todos os que circulam em automóveis privados, táxis, autocarros. E o desagaste de viaturas, a perca de tempo. Tudo isto é perder dinheiro, euros. Tudo isto é sinonimo de desrespeitos pelos cidadãos – algo cá demasiado, vulgar! Tudo isto é uma forma de mostrar como não queremos ser melhores, mais organizados, mais pontuais e mais respeitadores.

Então como seria de fazer? Claro que seria de todas estas obras nas vias publicas – que muito complicam o transito! – só serem feitas à noite, em momentos de facto de menos movimento. Claro que a empresa que faz a obra terá que pagar – merecidamente- aos seus trabalhadores, o trabalho noturno a acrescer ao vencimento normal , e pagar mais iluminação.

Mas num País que se quer organizado, poupador e virado para a frente, estes acréscimos – nunca, assim tao elevados, convenhamos! – de custos por certo compensarão, em tempo de tantas dificuldades, os litros de combustível (importado, não temos cá nenhuma “fonte de petróleo”!) que cada contribuinte utilizador está a gastar a cada minuto que fica a mais no transito, por obra a destempo. E são horas!!!

E começaríamos -todos e cada um – a entender que de facto há vontade de mudar, de fazer melhor, de poupar dinheiro a todos, e fazer o País ir em frente com progresso. Mas está tao difícil mudarmos, que de facto é espantoso!

Temos que mudar, mudar, mudar. De facto estão instituídas formas de pensar e actuar que não se podem perpetuar com tanta naturalidade. E parece que ninguém nisto pensa! , temos tantos secretários de Estado para tanta coisa, e “até” colocam nesses lugares pessoas que dão que falar por “outros motivos” – e fica todo o País vidrado no mesmo!! – o que parece que é para desviar atenções do que de facto deve ser feito, bem melhor e com mais competência!. Ou nem por isso!

 

Augusto Küttner de Magalhães

Fevereiro 2013

Diana_and_Cupid

Pompeo Batoni, Diana e Cupido