Domingo, 3 de Fevereiro, 2013


Sétima Legião, Noutro Lugar

Todos los papeles de Bárcenas

E por cá, seriam capazes de… ?

Ou o Relvoy conseguia controlar a coisa?

Este não poderia aguentar sem a ajuda?

Presidente do BCP diz que entrada do Estado com três mil milhões de euros é cara para o banco

Ao vivo e a cores na TVI.

Um ‘cadito ridículo.

No próximo dia 2 de Março tem lugar a manifestação “Que se Lixe a Troika – O povo é quem mais ordena”. Essa é a ocasião para que toda a comunidade educativa se manifeste em unidade com todos os sectores da sociedade atacados pela política do actual governo.

Convocamos pais, alunos, pessoal não docente, professores e todos/as os que querem defender a escola pública para integrarem a Maré da Educação!
2 de Março, 14h – Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro.

Juntamo-nos em seguida ao povo inteiro, para a manifestação Que se Lixe a Troika, do Marquês de Pombal ao Terreiro do Paço.

 Evento “Maré da Educação” no facebook

 Evento “Que se lixe a troika, o povo é quem mais ordena” no facebook

Manifesto: Maré da Educação

Sem Educação de qualidade não há país que sobreviva à crise. Mas o governo da troika insiste em penalizar o povo, encarando a escola pública como mais uma despesa a cortar. Não foram os alunos, nem as famílias, nem os professores, os responsáveis pela dívida que aumenta todos os dias e cujo abuso dos juros anuais supera o orçamento para a Educação.

Portugal está muito atrasado e o Governo quer empurrar-nos ainda mais para trás: só 32% da população portuguesa tem o ensino secundário contra 72% no conjunto dos países da OCDE. A taxa de licenciados continua muito baixa e somos dos países com as propinas mais elevadas da Europa. Investir nas pessoas é investir no país de forma responsável, mas tudo está a ser feito ao contrário.

Disseram que a intervenção externa era para nos salvar…mas não há salvação possível quando se atacam os serviços públicos, quando se faz disparar o desemprego, quando se empobrece a escola pública. Em vez de investir no que pode levantar o país, o Governo ataca a Educação. O investimento neste sector desceu de 5,9% para 3,8% do PIB em dois anos, menos de metade da média do investimento nos países da OCDE. O ataque à escola pública faz-se sentir todos os dias: dezenas de milhares de professores ficaram sem trabalho, o número de alunos por turma aumentou, milhares de estudantes do ensino superior abandonam as universidades por não poderem pagar ou endividam-se cada vez mais. Perante a ausência de apoios sociais dignos que garantam a igualdade de oportunidades, as escolas e as universidades elitizam-se. A inclusão de agentes externos, nomeadamente bancos, nos conselhos de gestão das universidades prova a intenção do governo em subjugar o Ensino a uma lógica de mercado e não de conhecimento e cidadania.

Para o governo e para a troika isto ainda não é suficiente: ameaçam com mais horas de trabalho, com mais precariedade e despedimentos de professores, propinas ainda mais caras e desde o secundário. Querem criar uma educação para ricos e outra para pobres.

 Não aceitamos que um bem público seja posto à venda!

Subscritores:

Belandina Vaz, professora contratada
João Mineiro, dirigente estudantil
Isabel Moura, professora contratada
Carlos Gomes, professor, Plataforma pela Educação
Sara Schuh, estudante do ensino secundário
Paulo Guinote, professor, autor do blogue “A Educação do meu Umbigo”
Deolinda Martin, professora, SPGL
Arlindo Ferreira, professor, autor do Blog DeAr Lindo
Inês Tavares, dirigente estudantil
António Avelãs, professor, SPGL
Laura Diogo, Artigo 74º
Sérgio Paiva, professor contratado
Beatriz Dias, professora, Movimento Escola Pública
Alexandre Pinto, professor contratado
Miguel Reis, professor desempregado
Inês Lopes, assistente administrativa
Isabel Borges, professora
Patrícia Figueira, professora
Rui Foles, professor.
José Henrique Santos
Mariana Gomes, estudante
Clara Cuéllar, estudante
João Carreiras, estudante
Luna Rebelo, estudante
Ricardo Gouveia, estudante
Isabel Louçã, professora
Helena Dias, actvista social
Silvana Paulino, professora efectiva
Jaime Pinho, professor efectivo
Rodrigo Rivera, estudante
Maria Figueiredo, estudante
Maria Canelhas
Filipa Gonçalves, estudante
João Paulo Silva, professor, SPN

Seguro aceita assumir «herança» de Governos Sócrates

Este será um dos pontos acordados nas negociações que decorrem no Largo do Rato entre o atual secretário-geral e António Costa.

O que significa que as condições colocadas pelo desejado Costa são a continuidade em relação ao engenheiro?

Mas há pior maneira de fazer as coisas?

Mas a alternativa que o PS oferece ao país é mais do mesmo que ofereceu antes e acabou no que acabou?

“PS tem problema de afirmação na sociedade portuguesa”

O atual presidente da câmara de Lisboa reconhece que existem problemas internos no Partido Socialista e que é necessário credibilizar junto do eleitorado o maior partido da oposição. E assume que foi necessário bom senso para que “o processo interno da vida do PS não descambasse numa arruaça”.

Provavelmente sou dos poucos que nunca teve especiais ilusões com António Costa (uma nova espécie de Vitorino, eventualmente menos materialista…), mas agora parece muito claro que para governar o PS dos lacões, lellos e silvaspereiras é essencial não desrespeitar o legado.

E a própria madrinha o afirma:

Regresso de Sócrates ‘será mais-valia para o PS’

Perante isto, o governo em funções pode continuar a fazer asneira sobre asneira porque a oposição é um vazio entre isto, o Bloco perdido numa única tendência e o PC acantonado à espera que o mundo salte e recue um século.

A abstenção começa a ser convidativa, até porque consta que os partidos recebem dinheiro ao voto cativado em urnas.

Maioria dos reformados é professor do básico e secundário

E agora atenção que se trata de valores em bruto. Líquidos serão uns 1400 euros.

A maioria dos reformados do Ministério da Educação e Ciência é professor do ensino básico e secundário e recebe, em média, uma pensão de dois mil euros, metade do valor atribuído aos professores catedráticos.

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