Segunda-feira, 21 de Janeiro, 2013


PJ Harvey, Down by the Water

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Da dúvida: quem é o ceo do ps?

Afinal foi «um lapso»: professores vão receber pagamento

Verbas de fundos comunitários não estão atrasadas.

REUNIÃO DA ANVPC NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA (Assembleia da República) – Recolha de Contributos

 

Caros(as) Associados(as),

A ANVPC estará presente na Assembleia da República, numa reunião na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, no próximo dia 30 de janeiro de 2013.

No sentido de preparação da reunião referida, e na perspectiva de podermos espelhar, nesse encontro, problemas específicos de todos os Professores Contratados portugueses, gostaríamos de receber as vossas contribuições no que respeita a questões relativas ao vosso grupo disciplinar.

Todas as participações deverão ser remetidas para geral@anvpc.org

A direção da ANVPC

ANVPC – Em movimento pela Excelência, pela União, pela Vinculação

deveu-se aos do costume não estarem em greve.

Boa tarde caro Paulo Guinote.

Envio-lhe uma boa alegoria que recebi por mail, talvez sua conhecida… Eu desconhecia.

Chamou-me à atenção após tanta discussão à volta do dia 26. Lamento que os professores já estejam cozidos e só agora dessem conta. Culpo em grande parte os sindicatos (sobretudo no meu caso de contratada, não só assistiram ao nosso “cozimento” como lançaram mais fogo aos velhos contratados da escola pública), mas também atribuo muita culpa aos próprios professores que deixam-se ir na corrente, pensar pela sua própria cabeça, ler a legislação e refletir é algo que muita gente não se dá ao trabalho de fazer.

Por muitos motivos que vou escrevendo no seu (excelente) blogue ao longo do tempo declaro novamente que: não estarei presente numa manifestação ao lado da Fenprof (nunca), entre outros, que acho que os sindicatos deviam acabar hoje, que para mim era bem-vinda uma Ordem de professores, que uma prova nacional de acesso à Ordem não me assusta, que as quotas pagas deviam servir para formação gratuita, que algo tem que mudar radicalmente. Estamos quase, quase todos cozidos, mas alguns ainda não caíram no caldeirão…

É apenas a minha opinião…

Cumprimentos,

Matilde C.

 


 

A HISTÓRIA DA Rà(Oliver Clerc)

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(Que não sabia que estava a ser cozida…)

Imagine uma panela cheia de água fria na qual nada, tranquilamente, uma rã.

Acendeu-se um pequeno fogo por baixo da panela e a água foi aquecendo lentamente.

Pouco a pouco a água foi ficando morna e a rã, achando-a muito agradável, continuou a nadar. No entanto a temperatura da água continuou a subir…

A água começou a ficar mais quente do que a rã podia aguentar; ela começou, então, a sentir-se cansada mas, mesmo assim, continuou a nadar… Agora, a água estava realmente quente e a rã começou a achá-la desagradável… mas já estava muito debilitada para tomar uma decisão. Tentou, então, adaptar-se!…

A temperatura continuou a subir… a rã, incapaz de reagir, acabou por morrer cozida.

CONCLUSÃO:

Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente à água a uma temperatura de 50 graus, numa reação de defesa, com um golpe de pernas, teria saltado imediatamente para fora da panela.

Isto mostra que, quando uma mudança acontece lentamente, escapa-se à nossa consciência e não desperta, na maior parte dos casos, qualquer reação, oposição ou, até, revolta.

Se olharmos para o que tem acontecido na nossa sociedade desde há algumas décadas, podemos ver que estamos a sofrer uma lenta mudança no nosso modo de viver, para a qual nos estamos a acostumar.

Uma quantidade de coisas que nos teriam feito horrorizar há 20, 30 ou 40 anos, foram pouco a pouco sendo banalizadas e, hoje, apenas incomodam ou deixam completamente indiferente a maior parte das pessoas.

Em nome do progresso, da ciência e do lucro, são efetuados ataques contínuos às liberdades individuais, à dignidade, à integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver; efetuados lentamente, mas inexoravelmente, com a constante cumplicidade das vítimas, agora incapazes de se defenderem.

As previsões para o nosso futuro, em vez de despertar reações e medidas preventivas, apenas prepararam psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás, dramáticas.

O martelar contínuo de informações pelos media, satura os cérebros que acabam por não poderem distinguir as coisas…

Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, era para um Amanhã. Agora, é para HOJE!!!

Consciência ou cozido… é preciso escolher!

Então, se não está como a rã, já meio cozido, dê um saudável golpe de pernas, antes que seja tarde demais!

NÓS JÁ ESTAMOS MEIO COZIDOS… OU, TALVEZ, AINDA NÃO!!!”

… mas tenho um cofre de latão enterrado ao pé de uma azinhêra cheio de marcos deutsch.

César das Neves: “Muitos direitos adquiridos foram irresponsavelmente atribuídos com dinheiro alemão”

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