Domingo, 20 de Janeiro, 2013


Franz Ferdinand, Walk Away

Ao domingo?

Será que vale a pena?

… também têm giga-agrupamentos:

Holanda2

Aqui.

… em especial quando tem origem em informação oficial

A distinctive feature of the Dutch education system is its centralised policy. Taking into account the provisions of the Constitution, the central government controls education through legislation and regulations. It does this directly by imposing qualitative or quantitative standards on schools and/or student progress, or indirectly through funding and other resources schools receive from the government plus the conditions schools must comply with, for example regarding the legal status of teachers.

The school inspectorate is one of the most important instruments for the government to gather and analyse quality indicators about special needs education, others are research and national assessments.

For more information about the education system in the Netherlands you can access the new Eurydice database

Last modified Feb 07, 2012

E esta hein?

Serão centralistas soviéticos como ouvi na semana que vai acabando?

Agradecendo a referência à Ana Silva:

Burnout em Professores: a sua Relação com a Personalidade, Estratégias de Coping e Satisfação com a Vida

(…)

Este estudo mostrou que no contexto escolar, leccionar em níveis de ensino inferiores, em escolas públicas, com uma maior distância entre a residência e o estabelecimento de ensino e com uma maior carga horária parecem ser também factores que predispõem ao desenvolvimento de Burnout. Este estudo, assim, parece validar o defendido por estes autores, pois se a sociedade de hoje espera que o professor além de ensinar tenha um papel de educador, é natural que isto ocorra nos níveis de ensino inferiores e talvez também seja mais frequente em escolas públicas, condições onde há maior predisposição para o Burnout.

Reportagem na Antena 1.

… apelar à unidade sindical na acção em defesa dos interesses dos professores por sobre as agendas específicas de cada organização? Até porque só fazem sentido enquanto representantes de algo e alguém, certo’ Ou já chegaámos á afase em que existem com base em favor tutelar?

Estou cansado da postura de soft-power da FNE, de quase assessoria dos disparates do MEC, com declarações vazias de convicção quando levanta a voz para ocupar uns tempos de telejornal. Há um limite para o activo colaboracionismo e penso que o mesmo já foi ultrapassado. A par do da decência para com os que restam na lista de quotizados.

De há muito que discordo do funcionamento da Fenprof e de alguns dos seus maiores sindicatos, prisioneiros de lógicas de facção político-partidária, em que vence sempre a tendência da rotina e do piloto automático, naquilo a que chamo a coreografia da luta, temperada a remoques quanto à qualidade dos representados.

Seria tempo de repensarem a forma de agir e, principalmente, preocuparem-se em reganhar a confiança dos representados em vez de andarem preocupados em manter-se nas boas graças do ministério ou do comité central, ou da liderança bicéfala, se é que ela manda mesmo alguma coisa.

Que me pareça, vocelências são sindicatos de professores e não repartições do ministério ou células de partidos. São representantes dos professores junto dos poderes políticos e não delegados dessses poderes junto da classe docente.

(estou a armar-me em ingénuo, eu sei…)

Eu sei que não sou sindicalizado e há quem ache que não me devo pronunciar sobre tais matérias (há dias ouvi alguém a berrar isso mesmo com aquele charme típico de quem guardou a razão toda no seu alfobre), mas então isso significaria que não poderíamos falar sobre o governo se não somos do psd e cds, mas desta forma é que nunca me sindicalizarei, pois não sinto que me estejam a representar, mas sim a defender a sua posição organizacional.

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