… as coisas são mais graves do que pensávamos, pois as duas grandes diferenças em relação à versão 2.0 seriam a crítica a um alegado número excessivo de escolas (que este MEC tem feito por reduzir, nem que seja giga-agregando) e a recomendação para a redução para metade dos contratos de associação (o que foi puramente ignorado na versão final).

O que significa que o MEC vai fazendo a parte correspondente à amputação da rede pública, escondendo a recomendação sobre a rede privada e, pelo contrário, tendo transformado uma sugestão de redução numa de ampliação.

O que, por seu lado, também explica o quase apagamento do relatório do MEC sobre o custo por turma com os dados actualizados perante o destaque dado ao estudo com os elementos relativos a 2009/10 do Tribunal de Contas.

Em matéria de desonestidade… nada que seja de espantar.

A ser verdade, claro…