Domingo, 6 de Janeiro, 2013


The Roots, The Seed (2.0)

O pisco é meu amigo.

D.C. charter schools expel students at far higher rates than traditional public schools

Um estudo que desaconselha o uso do Modelo do Valor Acrescentado para avaliar professores…

Evaluating Teachers and Schools Using Student Growth Models

O manga-de-alpaca e o animal feroz

… o regresso ao imaginário do Portugal ido – aquele que há 20 anos se trocou por subsídios, arrancando oliveiras e e abatendo traineiras – no telejornal da SIC de hoje.

Que ainda resiste, algures, com auto-estradas, mas sem correios, centro de saúde, escola ou polícia.

… a miniaturizar máquinas fotográficas, por forma a torná-las facilmente transportáveis e agora anda o pessoal a fotografar tudo com táblétes, assim como quem coloca uma tábua de cozinha no ar para focar a atmosfera.

 

ABomba18Mai12

A Bomba, 18 de Maio de 1912, p. 8

… imprensa regional de início do século XX com arquivos digitalizados?

Até agora só dei com A Comarca de Arganil.

ASatira1MAr911

A Sátira nº 2, 1 de Março de 1911, p. 2

O Arlindo é caridoso e chama-lhe “a maior dúvida” do concurso para formadores do IEFP. O Nuno levanta questões de igualdade no tratamento. No fundo, ambos consideram que o concurso foi pensado originalmente com alguma coerência, mas eventualmente com imperfeições.

Não é bem isso o que acho, como cedo escrevi.

Eu gostaria de ser mais claro e afirmar com clareza que tudo isto é um completo embuste, com atropelo às normas definidas inicialmente no próprio Aviso de Abertura que, já de si, apresentava incongruências.

IEFP

Se bem nos lembrarmos, o concurso do IEFP destinava-se, entre outros, a professores com vínculo ao MEC, mas sem componente lectiva, mas também a outros candidatos, desde que tivessem habilitação para a docência e mesmo não profissionalizados. Exigia-se disponibilidade para cumprir um horário das 8 às 20 horas até aos limites determinados de 30 ou 35 horas.

Mas eis que… na convocatória para a entrevista dos candidatos admitidos surge um ponto 6 em que se afirma o seguinte:

6. Não serão admitidos candidatos que tenham vínculo contratual com outra entidade, para o ano letivo em curso, independentemente da natureza jurídica da entidade – pública, privada ou cooperativa – e da duração da componente letiva.

Ora bem… ora bem…

Isto é novidade e só se explica pela necessidade de fazer algo diferente do inicialmente proposto… aliás, se assim fosse… muitos dos candidatos admitidos não o teriam sido…

Há aqui uma súbita inversão de marcha, que não me espanta nada nesta jigajoga entre os ministérios da Educação e da Economia destinada principalmente a iludir a opinião pública e criar falsas expectativas a muita gente.

Também há mau planeamento e alguma incompetência pelo meio, resultado de algum desconhecimento jurídico, mas isso fica para outras calendas.

Como eles encaram o presente e o futuro aos 12-13 anos. Nasceram na viragem do milénio e ao idealismo da idade junta-se a o pragmatismo diário, ainda a cores.

O Sérgio atura-me há 3 meses, o Miguel aturou-me durante 2 anos e, tal como a Emília, são miúdos especiais. Como muitos dos seus colegas.

A Anabela Mota Ribeiro registou-lhes as palavras realistas e o Nuno Ferreira Santos os sorrisos.

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Vão começando a sair os resultados para bolsas de avaliadores.

E começam situações que, embora previsíveis neste real insano, são perfeitamente abusivas como alguém ser designado avaliador exgterno e, quase por inerência, também avaliador interno.

Sem qualquer tipo de compensação em termos de horário ou redução de tarefas não lectivas, antes pelo contrário.

E não é caso único.

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(c) Joe Heller

Leitura complementar aqui.