Quarta-feira, 2 de Janeiro, 2013


British Sea Power, Waving Flags

Enfim, algo que me parece com algum sentido… embora faltem variáveis muito importantes e algumas aqui incluídas sejam um pouco falíveis… em especial porque a mutação em contextos menos favoráveis é rápida…

Modelos para comparação estatística dos resultados académicos em escolas de contexto análogo

Os trabalhos de casa, onde este aqui que s’assina acaba por fazer de figurante ou figurão e depois parece ser o único a apoiar que se façam trabalhos de casa. A parte logo a seguir a deixar de falar era aquela em que dizia que deveríamos questionar era o modelo de sociedade que faz com que os pais e as famílias não possam estar mais com os miúdos.

Regresso às aulas. Argh?

… porque se alguém andasse a lixar valentemente os meus representados, dificilmente encontraria ânimo para um activo colaboracionismo nas iniciativas de quem tal faz fizesse.

Se em tempos de Alçada/Ventura achava patética aquela colaboração do Nogueira em muita coisa que servia para aplainar o terreno para o ME, acho agora absolutamente vergonhosa a postura da FNE que, de tão construtiva, mais parece uma dependência do MEC em que come e cala, encenando alvoroços (vinculação extraordinária), mas sempre mantendo uma relação consensual, sempre de cócoras, por exemplo na forma como andou a encaminhar a malta para o e-bio, em vez de exigir que a aplicação estivesse devidamente operacional e a comunicação com os professores fosse feita de forma clara e não por interpostos chefes de qualquer coisa.

Ainda poderiam alegar que estas são pequenas coisas, que nem vale a pena levantar problemas, que a colaboração até pode servir para chegar a conquistas mais importantes (o argumento da Fenprof em 2010, depois das pizzas), mas a verdade é que isto apenas serve para mostrarem a sua inutilidade enquanto representantes dos professores perante um MEC que (n)os torpedeia quotidianamente.

Só falta saber se também andam a desaconselhar os simpatizantes de fazer pedidos de escusa, pois a incentivar que os avaliados alinhem em tudo, já sabemos que andam.

Phosga-se, pá, que a vocês cortaram rente tudo, não foram apenas os tintins. A consciência também?

Cerca de 90 mil professores já registaram os dados biográficos na plataforma informática da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE), um processo que está a substituir os registos em papel e que decorre sem dificuldades técnicas, segundo o ministério.

«No preenchimento do registo biográfico, os docentes têm de indicar os dados pessoais, a habilitação para a docência e o tempo de serviço, informações que são depois validadas pelas escolas, em função dos processos individuais», disse à agência Lusa fonte do Ministério da Educação, na sequência da queixa de uma professora, que pretendia inserir a data da especialização, sem conseguir.

Segundo o ministério, já foram carregados com sucesso cerca de 90 mil registos, estando a plataforma sempre aberta.«Posteriormente, serão disponibilizados outros campos para preenchimento de informações relacionadas com mestrados, doutoramentos e outras formações, assim como o exercício de cargos de gestão», acrescentou a mesma fonte.

Contactada pela Lusa, a Federação Nacional da Educação (FNE) afirmou que atendeu milhares de professores em dezembro, com várias dúvidas, não tendo conhecimento de problemas excecionais.

«Conseguimos resolver com a DGAE os problemas que surgiram. Houve um ou outro problema, mas resolvido», disse a dirigente Lucinda Manuela.

Aquilo do vínculo ficou resolvido?

E havia tanta pressa que as habilitações pré-bolonhesas tinham que ficar de fora?

No espírito de abertura e colaboração porque não se ofereceram para preencher os registos de todos os associados?

Já agora, quando conseguem levantar as calças depois do que se passou com o frete da vinculação extraordinária?

Deve ser da poupança nas tecnologias:

Um tipo chega aqui:

IEFP1

Carrega e:

IEFP

Já espreitei a lista de excluídos (IEFPexcluidos-final) e, ao contrário dos 100.000 anunciados, deverão ter sido menos de 20.000 os candidatos só que deu jeito na altura fazer passar candidaturas por candidatos.

… e não fazer de novo a porcaria do ano passado, em que entrou exactamenten por territórios que não são, nem devem ser, os seus.

Pedro Bacelar Vasconcelos: Tribunal Constitucional “não tem legitimidade” para “decisões políticas”

O Presidente da República abdicou da “legitimidade democrática” de decidir sobre o Orçamento de Estado ao reencaminhá-lo, “de forma inquinada”, para o Tribunal Constitucional sem “legitimidade para tomar decisões políticas condicionadas”, acusa Pedro Bacelar Vasconcelos.

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