Quinta-feira, 27 de Dezembro, 2012


Green Day. Americam Idiot

Forma e conteúdo ao nível do Ensino Básico, hesitando se atribua a um aluno do 9º ano. Já lhe assinalaram as falhas na sintaxe, mas o neo-realismo português suave do conteúdo é que me faz questionar se o pensamento e o imaginário ainda não estarão presos algures…

A menos que isto tenha sido escrito por um assessor e, nesse caso, por amor de qualquer santa, despeçam-no já.

Amigos,

Este não foi o Natal que merecíamos. Muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram. Muitos não conseguiram ter a família toda à mesma mesa. E muitos não puderam dar aos filhos um simples presente.

Já aqui estivemos antes. Já nos sentámos em mesas em que a comida esticava para chegar a todos, já demos aos nossos filhos presentes menores porque não tínhamos como dar outros. Mas a verdade é que para muitos, este foi apenas mais um dia num ano cheio de sacrifícios, e penso muitas vezes neles e no que estão a sofrer.

A eles, e a todos vós, no fim deste ano tão difícil em que tanto já nos foi pedido, peço apenas que procurem a força para, quando olharem os vossos filhos e netos, o façam não com pesar mas com o orgulho de quem sabe que os sacrifícios que fazemos hoje, as difíceis decisões que estamos a tomar, fazemo-lo para que os nossos filhos tenham no futuro um Natal melhor.

A Laura e eu desejamos a todos umas Festas Felizes.

Um abraço,
Pedro.

AnitaCoelho

Moção da Assembleia Municipal: CMAMegas.

Na sequência da nossa comunicação de 13 de Agosto e considerando que, em janeiro de 2013, será submetido a apreciação pública o projeto de portaria que irá regular a criação dos Centros para a Qualificação e Ensino Profissional (CQEP), transmitem-se as seguintes orientações:

1. As entidades promotoras de Centros Novas Oportunidades, que disponham de condições de autofinanciamento, poderão dar continuidade à sua atividade, até 31 de março de 2013, no sentido de assegurar, durante este período, a oferta de qualificação de adultos, nomeadamente, o Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC).

Nesta situação, esclarece-se que:

a)A atividade dos Centros Novas Oportunidades deve focar-se na conclusão dos processos de RVCC em curso (escolar e/ou profissional);

b)Os Centros Novas Oportunidades não deverão aceitar novas inscrições durante este período, conforme já determinado anteriormente;

c)O eventual encaminhamento, no SIGO, de candidatos já inscritos, só poderá ocorrer para ofertas formativas externas, quando as mesmas estejam disponíveis, ou para processos RVCC, quando o Centro Novas Oportunidades e o candidato tenham disponibilidade imediata para o seu desenvolvimento;

d)As transferências de candidatos entre Centros Novas Oportunidades só deverão ocorrer quando esteja assegurado que o Centro Novas Oportunidades de destino tem capacidade de resposta, nomeadamente, para a conclusão dos processos de RVCC.

2. As entidades promotoras de Centros Novas Oportunidades que decidam não prosseguir com a sua atividade, devem comunicar formalmente a decisão de extinção, à ANQEP, I.P., nos termos do nº 2 do art.º 24.º da Portaria nº 370/2008, de 21 de maio, competindo a esta Agência dar sequência ao processo.

Neste situação, esclarece-se que:

a) As entidades promotoras de Centros Novas Oportunidades que solicitarem a sua extinção deverão proceder de acordo com o estabelecido no nº 4, do artigo 24º da Portaria nº 370/2008, de 21 de maio, que estabelece que “ (…) os Centros Novas Oportunidades cessam o exercício da sua atividade, sem prejuízo do dever que incumbe à respetiva entidade promotora de, no prazo de 120 dias consecutivos a contar da publicação da decisão de extinção:

a)Concluir a certificação dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências realizados e, sendo caso disso, proceder ao seu envio para a entidade com a qual a entidade promotora do Centro Novas Oportunidades estabeleceu protocolo, nos termos do n.º 3 do artigo 21.º;

b)Encaminhar os adultos inscritos para outros Centros Novas Oportunidades, no âmbito da sua área geográfica de intervenção, tendo estes a obrigação de prosseguir os respetivos processos;

c) Concluir os procedimentos técnico-pedagógicos em curso, efetuando, sempre que aplicável, os registos necessários no SIGO.”

b)Os Centros Novas Oportunidades que venham a extinguir-se devem articular com outros Centros Novas Oportunidades da região que, eventualmente, se mantenham em funcionamento, com vista a planear, de forma articulada e equilibrada, o processo de transferência de candidatos. Quando se trate de transferências de candidatos que se encontram em processo de RVCC, os mesmos deverão ficar na posse do trabalho já elaborado no âmbito do Portefólio Reflexivo de Aprendizagem (uma vez que este documento é pertença do candidato) devendo ainda os Centros que irão extinguir-se proceder à passagem de toda a informação considerada pertinente para a equipa técnico-pedagógica do Centro de destino;

c)Os Centros Novas Oportunidades devem atualizar/regularizar os registos dos processos dos candidatos no âmbito do SIGO, bem como identificar junto da ANQEP, I.P. todas as situações que, neste âmbito, exijam a sua intervenção;

d)Caso os Centros Novas Oportunidades que venham a extinguir-se tenham estabelecido protocolos de qualificação com empresas ou outras entidades empregadoras, devem informá-las da decisão de extinção e garantir a necessária articulação para que os colaboradores dessas empresas/entidades possam dar sequência aos seus processos de qualificação noutros Centros Novas Oportunidades da proximidade que, eventualmente, se mantenham em funcionamento.

e)Para os Centros Novas Oportunidades promovidos por estabelecimentos de ensino públicos, serão oportunamente emitidas orientações relativas aos recursos humanos que lhes estão afetos.

f) Para os Centros Novas Oportunidades promovidos pelos Centros de Formação Profissional de Gestão Protocolar do Instituto do Emprego e Formação Profissional reiteram-se as orientações já transmitidas.

 

Com os melhores cumprimentos

A Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, I.P.

APOIO DA ANVPC AOS SEUS ASSOCIADOS – ENVIO DE DENÚNCIAS À COMISSÃO EUROPEIA

Ou da swimsuit edition da Sports Illustrated?

Artur Baptista da Silva mantém que é “colaborador voluntário” da ONU

Os estivadores da Frente Comum decidiram parar as greves nos portos como “manifestação de boa vontade” e como forma de “construir espaço negocial” com os parceiros portuários, afirmou nesta quinta-feira ao PÚBLICO o presidente do Sindicato de Estivadores da Aveiro, Eduardo Marques.

… parece ser a divisa insurgente para as situações de regularização a 7,5%.

Isto tornou-se caricato. Então não é que agora já se defendem os direitos fiscais de quem os atropelou anos a fio? Só falta vê-los a defender ardorosamente o Madeiragate. Ou o Vale e Azevedo. E tutti quanti.

Quem?

O PM e o Pedro do Feixe.

feijao_frade

Conferência de imprensa do Conselho de Ministros, incluindo a decisão sobre a privatização da ANA e as leis das finanças regionais e locais, convocada para a mesma hora do debate no Parlamento sobre a diluição de um subsídio no salários dos 12 meses.

Pelos vistos, o ministro dos Artigos Par(a)lamentares anda com problemas de articulação.

Ou então é mesmo assim, todos ao molho e cada um por sí.

“Chamar-me burlão têm sido fácil! Mas nunca, até agora, os vi chamar burlões aos 50 maiores devedores do BPN que, esses sim, burlaram o Estado Português, num montante equivalente a 1% do PIB, nem aos que transferem capitais, limpos e sujos, para paraísos fiscais, delapidando os interesses do Estado fugindo ao pagamento dos impostos e que paulatinamente, e no silêncio cúmplice da mesma comunicação social, aproveitam as janelas de oportunidade concedidas periódica e discriminatoriamente, pelos diversos governos que lhes perdoam o crime fiscal em troca do pagamento de uma taxa de 7,5%, ou seja, um terço da dos cidadãos sérios que aplicam as suas poupanças em Portugal e pagam 22,5%. A isto chama-se cumplicidade silenciosa do benefício não ao infrator mas ao criminoso”, refere em comunicado.

Monop

Porque há pouco conhecimento da máquina da administração pública. Em 2012, houve uma grande preocupação em reduzir a despesa pública. De acordo com os dados da Direcção-Geral do Orçamento, as despesas de pessoal na administração directa, institutos públicos, regional, local e segurança social representarão no final deste ano 15 mil milhões de euros, menos 14% do que em 2011. Enquanto isso, as aquisições de bens e serviços – viagens, telecomunicações, serviços de segurança, etc – atingirão os 22 mil milhões de euros, ou seja, mais 14% do que em 2011. E aqui não incluo os dados da Saúde porque é dirigida por um ministro que conhece muito bem a administração pública e tem os gastos efectivamente controlados. Ora, quando o primeiro-ministro pede para se saber como se podem cortar 4 mil milhões de euros, temos uma proposta muito simples!

Vale a pena ler, até porque não é especialista da ONU.

Negócios com acções portuguesas são cada vez mais “obscuros”

Quando foram menos?

Menos contra os salivantes mega-directores perfilados para receber os cargos e mais uns quantos que não percebem que não há lógica financeira nas poupanças que compense o erro enorme que isto constitui em termos de desagregação da gestão escolar.

Nuno Crato pior do que Maria de Lurdes Rodrigues porque acumula asneira em cima da asneira já feita e denunciada.

Repito… não é por se ter vivido uma experiência razoável de alguns anos num bairro privilegiado do estrangeiro que se podem transplantar ideias…

DN27Dez12

Diário de Notícias, 27 de Dezembro de 2012

Vários tentam alternativas à Camara do Porto

 

Como é mais que evidente muitos dos portuenses não se revêm de forma alguma nas candidaturas “já instituídas e únicas ” à Camara Municipal do Porto, para 2013.

E em tempos difíceis  – mesmo que fáceis, fossem – não parece que os candidatos que já “estão no terreno” o deixem de estar. E não parece que sejam do agrado de tanto portuense.

Claro que podemos não estar em tudo -em bastante – de acordo com o que Rui Rio foi fazendo, durante estes anos.  Mas de facto parece pelo que está à vista que muito ficará ainda menos bem  – o Porto e as suas envolventes – se não se vislumbrar outra candidatura, que possa vir a fazer um novo Presidente do município do Porto.

Várias figuras conhecidas do Porto estão a tentar que Rui Moreira seja esse candidato, dado ser conhecido no Porto em vários sectores, e pensar-se que nestes tempos difíceis será a pessoa indicada para o ser.

 E se ficar independente , no que independente ser se pode, mas essencialmente de Partidos, e nunca fechando a porta a quem quer que possa ser apoiante ou votante,  e até a qualquer Partido, mesmo aos que já tiveram que apoiar os perfilados para a corrida, será um trunfo.

E sem duvida que será uma necessidade um  Rui suceder a outro Rui, para o Porto, continuar a segunda cidade do País. Sem espalhafato, sem muito falatório e dentro do dinheiro que tem!

 

Augusto Küttner de Magalhães

 

dezembro de 2013

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