Terça-feira, 25 de Dezembro, 2012


Bat for Fashes, A Wall

Interessante, apesar de…

 IV- DECISÃO
Termos em que, acordam os juízes deste Tribunal em conceder provimento ao recurso e, em consequência:
a) anular a decisão impugnada e julgar a acção improcedente (art. 152º, nº 6 do CPTA);
b) uniformizar jurisprudência nos seguintes termos:
«O DL nº 408/89, de 18 de Novembro, contém normas específicas relativamente ao regime de promoção
do pessoal docente universitário e do ensino superior politécnico e do pessoal de investigação científica, devendo, em consequência, o regime por ele estabelecido, designadamente no seu art. 3º, al. b), in fine, ser considerado como lei especial, prevalecendo sobre as regras gerais para as carreiras da Administração Pública previstas no DL nº 353-A/89, de 16 de Outubro, concretamente a contida no seuart. 17º, nº 2.»

Diane Ravitch’s blog

A site to discuss better education for all.
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E a guardar nos favoritos.

Ler algumas prosas de alguns jornalistas, colegas ou não do Nicolau Santos, que quase parecem sentir-se pessoalmente atingidos ou como se alguém quisesse linchar o dito NS, cumpre-me dizer que, pela parte que me toca, o que está em causa é a evidente falibilidade dos mecanismos de verificação de fontes e factos dos jornais.

Um dos arautos do bom jornalismo vs lixo da internet, o ex-director do Expresso Henrique Monteiro, bem pode tentar desviar o assunto para outros campos, chegando ao risível de considerar que as coisas aconteceram porque o burlão era de qualidade e porque o seu posicionamento era anti-Passos.

Não, o burlão não era de qualidade. Era um impostor que fez sucesso rápido devido ao deslumbramento nacional com certas credenciais enunciadas.

Mas o burlão não era de grande qualidade, assim como muitas outras coisas não o são, desde logo as notícias plantadas a gosto e com o timing desejado de quem fornece os dossiers, em especial o poder político.

O que está em causa é que por defeito ou por falta de meios, muita da nossa comunicação social não costuma fazer o background checking desejável em estruturas com dezenas de profissionais e ainda menos o essencial fact checking de muito do que é escrito, não apenas em artigos de opinião mas mesmo em notícias dadas como objectivas.

Não é raro que as novidades cheguem em horários que não permitem grande verificação, a menos que se queira perder a actualidade. Assim como há exclusivos negociados desde que não seja feito o contraditório devido. Poderia dar exemplos da área que melhor conheço, mas fico-me por um: a entrevista feita a Nuno Crato numa das últimas edições do Expresso, por ocasião de uma iniciativa do próprio jornal onde o actual MEC foi articulista residente. A dita entrevista, feita por alguém exterior aos meandros da Educação, é um mero alinhamento de pontos de partida para o ministro expor as suas posições sem perturbações ou contrariedades. É uma entrevista em forma de eco de comunicado oficial com fotografia em traje informal.

Mas são mais graves situações parecidas na área da Economia e das Finanças, em que muito fica por fazer até ao fim, por falta de meios, de vontade, de hábito, de tempo ou de apoio. Em que o frete fica com os fios completamente à mostra. Não é a regra, mas não também não é raro que fluxos informativos e publicitários se cruzem ou anulem.

Sobre isso é que certos responsáveis se deveriam debruçar e comparar as suas práticas com as de outros órgãos de informação internacionais que também já sofreram grandes dissabores.

Em boa verdade, este episódio é menor, de importância muito relativa, admito-o. Mas não é a parte oculta do bloco de gelo, isso também não é.

DiarioIlustrado14Jul08

Diário Ilustrado, 14 de Julho de 1909, p. 1

Berlin: A Grim Christmas for Many. Urban Poverty in Germany. Homelessness in the Inner City

Winter exposes the social decline in Berlin more revealingly than any other season, especially around Christmastime. Bitter conditions drive the homeless into the inner city to seek shelter. Special “winter buses”, operated by aid agencies, search the streets, bridges and back courtyards to offer relief to the needy. The number of starving, freezing people increases outside the city’s soup kitchens.

Why are homeless young people not getting an education?

With the right support, we can thrive, writes a politics student and campaigner who hasn’t had a home since he was 16.

O PASSOS FEZ UMA AUSTERIDADE QUE TANTO O PODIA SER COMO A GREGA OU A IRLANDESA, OU A ESPANHOLA, OU O RAIO QUE O PARTA, OU A ITALIANA, OU A NAU CATHRINETA, OU A MARIA LAGARDE!

E O PASSOS TEVE CLÁQUE! E O PASSOS TEVE PALMAS! E O PASSOS AGRADECEU!

O PASSOS É UM CIGANÃO!

NÃO É PRECISO IR P’RA SÃO BENTO P’RA SE SER UM PANTOMINEIRO, BASTA SER-SE PANTOMINEIRO!

NÃO É PRECISO DISFARÇAR-SE P’RA SE SER SALTEADOR, BASTA GOVERNAR COMO PASSOS! BASTA NÃO TER ESCRÚPULOS NEM MORAES, NEM ARTÍSTICOS, NEM HUMANOS! BASTA ANDAR CO’AS MODAS, CO’AS POLÍTICAS E CO’AS OPINIÕES! BASTA USAR O TAL SORRISINHO, BASTA SER MUITO DELICADO E USAR LACA E OLHOS MEIGOS! BASTA SER JUDAS! BASTA SER PASSOS!

MORRA O PASSOS, MORRA!Mão.jpg (2277 bytes) PIM!

UMA GERAÇÃO COM UM GASPAR A CAVALO É UM BURRO IMPOTENTE!

UMA GERAÇÃO COM UM GASPAR À PROA É UMA CANÔA UNI SECO!

O GASPAR É UM CIGANO!

O GASPAR É MEIO CIGANO!

O GASPAR SABERÁ ECONOMIA, SABERÁ FINANÇAS, SABERÁ MEDICINA, SABERÁ FAZER CEIAS P’RA CARDEAIS SABERÁ TUDO MENOS PREVER QUE É A ÚNICA COISA QUE ELLE FAZ!

O GASPAR PESCA TANTO DE ECONOMIA QUE ATÉ FAZ PREVISÕES COM LIGAS DE DUQUEZAS!

O GASPAR É UM HABILIDOSO!

O GASPAR VESTE-SE MAL!

O GASPAR USA CEROULAS DE MALHA!

O GASPAR ESPECÚLA E INÓCULA OS CONCUBINOS!

O GASPAR É GASPAR!

O GASPAR É VITOR!

MORRA O DANTAS, MORRA! Mão.jpg (2277 bytes)PIM!

BASTA PUM BASTA!

UMA GERAÇÃO, QUE CONSENTE DEIXAR-SE REPRESENTAR POR UM RELVAS É UMA GERAÇÃO QUE NUNCA O FOI! É UM COIO D’INDIGENTES, D’INDIGNOS E DE CEGOS! É UMA RÊSMA DE CHARLATÃES E DE VENDIDOS, E SÓ PODE PARIR ABAIXO DE ZERO!

ABAIXO A GERAÇÃO!

MORRA O RELVAS, MORRA! Mão.jpg (2277 bytes)PIM!

… depois dos excessos que ainda foi possível ontem alguns fazerem?

É bom que convençam que a próxima semana é a última de uma relativa normalidade, pois a partir de Janeiro a guerra aberta do Governo ao País vai continuar e é melhor esquecerem quaisquer novos sonhos, açucarados ou meramente oníricos.

Foto1088

Cartoon Natal 2012 Xá

(c) Alexandre Trindade