Domingo, 23 de Dezembro, 2012


John Mellencamp, I Saw Mommy Kissing Santa Claus

Até parece que farejo estas coisas estranhas que poisam por aí de repente e entusiasmam muito o pessoal social com declarações à medida.

Confirme-se, então, antes de crucificar, já agora… afinal, ainda há uns dias havia por aí um ex-director do Expresso a queixar-se da falta de credibilidade dos blogues e tal…

Esclarecimento sobre papel de Artur Baptista da Silva nas Nações Unidas

(…)

Fontes da delegação portuguesa nas Nações Unidas, contactadas hoje pela TSF, dizem desconhecer Artur Baptista da Silva, e estranham a criação de um Observatório Económico e Social das Nações Unidas para a Europa do Sul.

A TSF já confrontou Artur Baptista da Silva com estas suspeitas. Em dois contactos telefónicos distintos, durante a tarde, Baptista da Silva manteve a sua versão dos factos, mas recusou fazer prova de que, de facto, é funcionário das Nações Unidas.

Português que se fez passar por coordenador da ONU pode ser um impostor

Ainda acaba tudo nacionalizado?

Clientes do Private Banking do BCP investiram milhões num produto financeiro que pensavam ser seguro. Perderam tudo. E acusam o banco de os ter enganado e falsificado assinaturas.Há dezenas de clientes do departamento de Private Banking do BCP que dizem ter sido burlados pelo banco. Cada um deles investiu em média um a dois milhões de euros, num produto financeiro que lhes foi apresentado nos anos de 2005 e 2006 como não tendo qualquer risco – mas todos perderam as economias de uma vida.

Ficam aqui dados já por atacado, porque eu sei que se começo a enviar mails e sms acabo ou a esquecer-me de quem não devo ou a mandar qualquer impessoal para os contactos todos.

Pelo que… o melhor método ainda é este para a larga maioria de amigos, conhecidos e porventura outros.

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“TROIKA” E GOVERNO REVELAM DESCONHECER O SISTEMA DE APOSENTAÇÃO DA FUNÇÃO PÚBLICA, “EXPRESSO” E RTP1 PARTICIPAM NA OPERAÇÃO DE MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA

Através da Illustração Portugueza nº 357, de 23 de Dezembro:

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Por comentários e textos em blogues assumida ou envergonhadamente situacionistas, daqueles que têm gente liberal de boas famílias e melhores valores e princípios, recomeçou a estratégia de enlamear quem ou aquilo que os chateia não conseguir domesticar ás primeiras investidas.

No caso da RTP e da TAP, que parecem algo insubmissas, seleccionam-se dois ou três (maus) exemplos, normalmente na base do que se consideram ganhos excessivos ou encargos demasiado altos, e lança-se o opróbrio sobre toda a organização. Nada de muito diverso do que costumam fazer com os professores ou aposentados, escolhendo a dedo alguém com um rendimento mais elevado ou uma prática mais reprovável, desde que não seja de um gripo empresarial amigo.

A coisa enjoa, mas não dizer que enoja. Não apenas porque faz chuveirinho  sobre todos com base num ou dois casos (pessoalmente acho bem que os pilotos da TAP sejam bem remunerados e tenham boas condições de trabalho, pois devo ser muito estúpido e apesar de pouco viajado prefiro sentir-me seguro…), enlameando tudo em redor no sentido de avançar com medidas de demolição.

Como escrevi em comentário abaixo, não é por este Governo ter um relvas equivalente ou o anterior ter sido orientado por um engenheiro dominical que acho que todos os governantes deste país, antigos, modernos ou ainda por vir, passam a ser chico-espertos, armados ao pingarelho com recurso à coisa pública e com habilitações marteladas para abrilhantar currículo de carreirista político.

As legislações sobre o arrendamento e sobre despedimentos. Fora da realidade!

Parece que neste País quem tem o poder executivo, bem como o legislativo vive fora do mundo real.

A legislação, última, sobre o arrendamento – com décadas de atraso – teria como mérito fazer “mexer” seriamente o arrendamento neste País, dado que foi algo que nunca foi tomado com princípio, meio e fim. Antes uns remendos aqui, outros ali, e tudo mais do mesmo.

Os despejos nunca funcionaram como deveriam funcionar, quando o inquilino se vai esquecendo de pagar, tudo pode na mesma ir continuando até depois de muito tempo o inquilino deixar de o ser naquele senhorio, mas este nunca mais receber o que havia de ter recebido. E pode o inquilino repetir o ato noutro senhoria que tudo se segue na mesma. Não parece que com as “atualizações” agora feitas, isto mude, assim tanto! Não!

Quanto a aumentar rendas, claro que tantos senhorios precisam de as ver aumentadas, por serem insignificantes. Bem como outros precisariam que baixassem por serem demasiado elevadas.

Mas num momento em que não há dinheiro para nada – nada!- , em que os inquilinos tal como os senhorios estão aflitos, aumentar por que tem que ser ,não dá aumento, dá mais uma habitação que fica sem inquilino. E hoje temos tantos inquilinos com rendas remediadas a pedir aos seus senhorios para baixar um pouco que seja a renda e não o inverso, se não, terão que mudar, não terão como pagar. E não se trata de modo algum de rendas milionárias, essas sobrevivem a tudo.

Logo as “coisas” têm que ser feitas no terreno, e adequadas aos tempos em que vivemos. Feito de gabinete, em Excel, e como se estivéssemos num País prospero não dá. E a oferta de habitações para arrendar aumenta a cada dia que passa, unicamente por a procura estar a quebrar, por não haver como rendas pagar. Nada mais que isto, e só não vê quem não quer! Logo, tudo deveria ser feito no momento adequado e com experiência real.

Tal como o aumento do IMI num momento em que as habitações se desvalorizam, como todos sabemos, mas aumenta-se o IMI, para mais complicar o que já de si é complicado. E não vai dar mais imposto se não houver como o pagar.

Quanto aos despedimentos, bem, é fazer-se o que se acha que deve ser feito, não tendo havido força para como a troika disse acabar com camaras, com muitas mais fundações, com fusões de universidades e institutos, dado que isso iria colocar fora do posto atual – poderia não ser no desemprego, convém notar – muita gente que quer estar nesse mesmo posto.

Assim, opta-se pelo lado contrário que é ir-se baixando, baixando, ainda mais o valor das indeminizações por despedimentos, quando o que interessava era criar trabalho e não facilitar que ainda mais desemprego haja. Claro que os verdadeiros gestores e empresário não vão aproveitar esta má oportunidade!

De facto remaremos sempre conta a maré, até a maré a todos nos engolir. E quando nem arredamento houver, nem trabalho, nem dinheiro, de facto estas legislações fizeram o trabalho inverso que se supunha deverem ter que fazer. Mas…..

Augusto Küttner de Magalhães

Dezembro de 2012

Família sem comida nem água quente

“Por vezes comemos nós menos para os filhos terem comida”, relata Fernanda Minez, de 40 anos, que vive com o marido, Artur Caetano, de 48, e os três filhos, de 3, 11 e 14 anos, numa pequena habitação em Macalhona, Alcobaça.

Insulta alunos e nega comida

Ela negou uma refeição ao meu filho, disse-lhe que eu não tinha pago o almoço, agarrou nele e meteu-o fora do refeitório”. O relato é de Carmen Costa, mãe de Daniel, de 6 anos. A hora de almoço tem-se tornado num “pesadelo” para os alunos da Escola Básica Novos Trilhos na Atalaia, Montijo.

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