Domingo, 16 de Dezembro, 2012


… não há por aí uma crönic’augusta?

Editors, No Sound But the Wind

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OS TRABALHOS DOS PROFESSORES

Os resultados das provas de aferição, das provas finais nacionais e dos exames finais nacionais, por escola podem ser consultados, mas apenas na Extranet do GAVE, em http://extra.gave.min-edu.pt/login.jsp.

Não percebo porque não podem estes dados ser públicos e de livre acesso.

É mesmo porque não há peixe na água, a não ser o congelado da caridazinha. Que dizem ser do melhor que há porque é da consciência e do amor ao próximo, enquanto a solidariedade é de jacobinos ideológicos.

Não vou entrar na polémica-joné, porque não tenho paciência para ouvir e ler tanta coisa acerca de. Apenas gostava de dizer que, caridosa ou solidária, a pessoa que ajuda o próximo deve fazê-lo sem estar à espera de ganhar o céu, aquém ou além.

E muito menos para sentir uma superioridade moral ou ética. Ou cívica. Ou o raio que parta. Porque isso não é bem ajudar, mesmo quando ajuda materialmente. É ajudar-se, para se sentir muito beeeeem.

Proposta do PCP para alteração do respectivo regime jurídico.

EducEsp pjl324-XII

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… do pai da Nação que se agarra, com desespero, a toda  e qualquer tábua que sirva para tentar mostrar-se a qualquer poder do momento. O recorte ao que parece é de dia 12 de Dezembro e para além de estar no blog do Arlindo, também apareceu no FBook e, pasme-se, com comentário longuíssimo do distinto A. A. com escassos erros de sintaxe (o mais espantoso de tudo).

Já no meu caso, sou completamente a favor da redução de qualquer componente que implique termos de aturar Albino MAtusalém Almeida, pai de crianças de 30 anos, a falar em nome de quem tem efectivamente filho@s em idade escolar.

DN12Dez12

 

No passado, sempre que os resultados dos alunos em testes internacionais, ou em exames nacionais, foram abaixo do desejado, a culpa foi sempre atribuídas às escolas e professores, ocasionalmente dos alunos, mas nunca dos brilhantes decisores políticos, que nunca erraram e raramente tiveram dúvidas.

Nos tempos do engenheiro e da socióloga anarquista, os eventuais sucessos foram sempre reclamados como resultado da acção esclarecida e iluminada dos governantes, chegando-se mesmo a reclamar louros por resultados conseguidos antes da entrada em vigor das medidas que alegadamente os teriam permitido. Foi uma curiosa forma de delírio narcísico.

Nos tempos que correm, do coiso e do outro coiso, os bons resultados reais em testes internacionais, talvez por não poderem ser directamente reclamados (ganhou-se algum respeito pela cronologia), são desvalorizados e, mesmo quando ficamos ao nível de países-luminária, amesquinha-se o que foi conseguido como pouco significativo. É uma curiosa forma de delírio solipsista.

Quando alguém dizia que a peúga do engenheiro podia não estar alinhada com o cinto, o homem passava-se por completo, queixava-se de uma enorme conspiração internacional contra a sua honra e fazia um alarido que não se podia. Então as dúvidas relativas à sua licenciatura levavam-nos aos píncaros da indignação.

Já deste pode dizer-se que andou a angariar fundos de forma algo duvidosa para uma ONG que servia para captar o dinheiro que a empresa oficial não podia que ele sorri e diz que não se passa nada. E o mesmo vale para a equivalência a licenciatura do nº 1,5 do Governo, quiçá por saberem que por cá isto raramente dá em alguma coisa.

Relatório militar revela que tropas portuguesas participaram em decapitações

Exército português participou em Angola numa “acção punitiva” em que “terroristas” foram decapitados. Havia testemunhos pessoais destas práticas, mas este é o primeiro documento escrito.

Eu era muito novo mas… tinha ouvidos e não era só isto que contavam aqueles que regressavam ali pelo início dos anos 70.

Alimentos e roupa para ajudar aluno

Oitenta alunos do 11º ano da Escola Secundária José Saramago, em Mafra, mobilizaram-se para ajudar o Rui Silva, o menino de nove anos que estava impossibilitado de almoçar na Escola Básica Feliciano Oleiro, em Almada, porque a mãe não tinha como pagar uma dívida de 4,65 euros.

Então há responsáveis pelo erro ou não?

Construção da A26 entre Sines e Beja foi equívoco técnico

Será possível saber se houve alguma relação com quem ganhou com tal erro, como nos contos policiais…

Não fui confirmar, mas dizem-me que os campos para introduzir mestrados e doutoramentos estão bolonhizados e não admitem coisas arcaicas como aquelas que tipos velhos como eu fizeram, mesmo sendo ligados ao meu grupo disciplinar.

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