Então é assim… os agrupamentos verticais que abrangem todos os ciclos da escolaridade obrigatória têm parte da gestão dos recursos humanos e materiais sob a responsabilidade das autarquias.

Como se plasma (adoro esta expressão da novilíngua) isso com uma gestão privada, em especial em zonas de maior desafeição dos autarcas (pelo menos da boca para fora…) com a iniciativa privada?

Há mais de um cenário, mas o mais realista é aquele que aponta para o desinteresse dos grupos de negócios em gerir redes de escolas do 1º ciclo (por minguadas que estejam) e a enorme apetência por Escolas Secundárias não agrupadas, em especial as intervencionadas pela Parque Escolar… até porque têm meios técnicos assinaláveis e os custos por aluno surgiram adequadamente mais altos no último estudo.

E com a limpeza dos quadros mais caros, por via da aposentação antecipada, até fica tudo muito atractiva para o exercício de uma gestão toda racional.

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