Terça-feira, 4 de Dezembro, 2012


Peter Gabriel, The Barry Williams Show

El ataque alemán desahucia a España

El pánico financiero y la austeridad que impone Alemania le reportan grandes beneficios y favorecen la apuesta de los grandes especuladores contra las deudas soberanas de los países del sur de Europa.

Pais e professores criticam o novo estatuto do aluno – os professores não são polícias

Avaliação, os professores não são obrigados a ter aulas observadas. Fenprof pede a suspensão da avaliação.

Estado português cobra propinas nas escolas Suíças.

Se calhar era esta a “margem de liberdade” para cobrar propinas, mistério desvendado!

PPePPC

Imagem sacada do Estado Sentido.

 

Há os que levam cortes (a maralha), os que ficam na mesma e os que recebem mais 25%.

É da relevância da função do Big Father.

Confap2010

Confap2012

Foi mesmo ontem que saíram em DR as listagens nº 108 e 109 que permitem perceber as transferências financeiras feitas pelo MEC durante os primeiros semestres de 2011 e 2012.

Depois, numa ordem estranha, temos as listagens 110 e 11 relativas aos dois semestres de 2010.

E falta o 2º semestre de 2011, a menos que exista um qualquer detalhe contabilístico que ignoro.

Não é curiosa e adorável a coincidência?

É que a lei 26/94 dá prazos bem mais curtos para esta publicitação.

O despacho é de dia 23 mas – disse-me uma andorinha – nesse dia a reportagem da TVI até já estava, no essencial, pronta.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Secretaria-Geral
Listagem n.º 108/2012
Em cumprimento do disposto na Lei n.º 26/94, de 19 de agosto, publica -se a listagem das transferências efetuadas no 1.º semestre de 2011 pelas Direções Regionais de Educação do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve do extinto Ministério da Educação.
23 de novembro de 2012.— O Secretário-Geral do Ministério da Educação e Ciência, Raúl Capaz Coelho.

Listagem n.º 109/2012

Em cumprimento do disposto na Lei n.º 26/94, de 19 de agosto, publica -se a listagem das transferências efetuadas no 1.º semestre de 2012 pelas Direções Regionais de Educação do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve do Ministério da Educação e Ciência.

23 de novembro de 2012. — O Secretário-Geral do Ministério da Educação e Ciência, Raúl Capaz Coelho.

Listagem n.º 110/2012
Em cumprimento do disposto na Lei n.º 26/94, de 19 de agosto, publica -se a listagem das transferências efetuadas no 2.º semestre de 2010 pelo Gabinete de Gestão Financeira e pelas Direções Regionais de Educação do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve do extinto Ministério da Educação.
23 de novembro de 2012. — O Secretário -Geral do Ministério da Educação e Ciência, Raúl Capaz Coelho.

Listagem n.º 111/2012
Em cumprimento do disposto na Lei n.º 26/94, de 19 de agosto, publica-se a listagem das transferências efetuadas no 1.º semestre de 2010 pelo Gabinete de Gestão Financeira, pela Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e pelas Direções Regionais de Educação do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve do extinto Ministério da Educação.
23 de novembro de 2012. — O Secretário-Geral, Raúl Capaz Coelho.

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(c) Antero Valério

Isto começa a parecer-se demasiado com o antes.

Ministério adia observação de aulas para o próximo ano

E lá ficam outra vez os apressadinhos com as calças nas mãos diante de toda a gente…

Vamos lá ser sinceros… há alguém que quando lhe foi dito que isto é mais complicado do que parece deveria ter acreditado. Em devido tempo. Não era ser corporativo. Era apenas ser lúcido e estar informado.

Cada vez é mais notório que o actual MEC é como São Tomé. Só quando bate com a cabeça na parede percebe que ela lá está.

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Acharam por bem nem falar disso? Que belos representantes têm os encarregados de educação…

CONFAP revela que foi sondada em 2010 pelo PSD para que pais pagassem propinas

 

Saberá ele que na Holanda as escolas privadas não podem racionalizar serviços e fazer poupanças por forma a gerar lucros?

Saberá ele que nos países que evoca (e logo a Espanha e França…) o peso do sector privado na Educação é menor do que em Portugal? Saberá ele que o peso relativo das charter schools nos EUA, apesar de estar em crescendo, é inferior ao das escolas com contrato de associação em Portugal (era bom ler este livrinho, basta pedir ao Alexandre).

Saberá ele que nada de conclusivo sabemos sobre esta matéria quando se usam apenas médias para tomar decisões sobre fenómenos que apresentam traços específicos, com imensos outliers?

O debate estava a ser aberto por factos simples e incómodos para o status quo, a saber: é menos dispendioso financiarmos as propinas do “João” num colégio privado do que manter a escola estatal onde o “João” está neste momento. Ou seja, escola pública não é sinónimo de escola do estado. O serviço público de educação pode, e deve, ser prestado por colégios privados. Ou seja, o Estado português podia, e devia, multiplicar os contratos de associação com colégios privados, entrando num sistema comum em França, Espanha e, sobretudo, Holanda.

Eu percebo que o Henrique e os seus amigos querem, à foraça, martelar as suas teorias na realidade e, quando não encaixam, distorcer os factos ou, mais simplesmente, ignorá-los.

Henrique Raposo parece não perceber que nem sempre tem razão, apesar das ideias giríssimas lidas em autores ligeiramente mais novos do que Lenine. Aliás, nestas matérias, quase nunca tem razão e em muitas delas é incoerente no apoio que dá a quem faz o contrário do que postulava. Tal como os seus amigos que andam pelos gabinetes, criados num liberalismo de tubo de ensaio. Em que as cobaias são os outros.

O link original está aqui, mas o Calimero já passou para o YouTube:

Queria apenas dizer que, embora só tenham sido aflorados alguns aspectos de um grupo empresarial, se esperam reacções adequadas (e não rementendo de forma dilatória para estudos e investigações destinadas á gaveta) porn parte d@:

  • MEC, que está em funções há ano e meio e tem obrigação de saber do que se passa, incluindo a equipa política que não nasceu ontem. O ministro e os actuais secretários de Estado estão familiarizados com este tema, não adianta dizer que tudo isto os apanhou de surpresa. E quanto à inspeção anunciada, que não seja apenas para encobrir o rasto.
  • AEEP, que foi directamente envolvida em tudo pelo principal responsável do grupo em causa. Não chega aquela reacção, assustada, do seu director. Se o GPS é o maior grupo na área de representação da AEEP, querem fazer-nos acreditar que não sabiam de qualquer coisa? Porque há directores de outros colégios, que agem dentro de regras perfeitamente aceitáveis, que sabem e sabiam de tudo isto.

Repare-se que nem sequer estou (de novo) a falar dos representantes de certos grupos de interesses juntos de gabinetes ministeriais e grupos parlamentares. Que têm enviados na caixa de comentários deste blogue para espalhar confusão e spin de péssima qualidade.

Num outro plano, aguarda-se algum trabalho de follow-up por parte de alguma comunicação social e não apenas no sentido de ajudar a enterrar uns, para beneficiar outros.

Claro que há disputas e acrimónias intestinas no sector privado da Educação. Mas as investuigações a fazer não se devem conter na base das conveniências.

Isto vai (devagar) ao empurrão. Mas, mesmo assim, há coisas que ficam por esclarecer.

Gosto da parte em que nos dão a ilusão de um descongelamento com efeitos retroactivos.

Mensagem encaminhada de dgae.mec@dgae.mec.pt —–
Data: Mon, 3 Dec 2012 22:25:20 -0000
De: dgae.mec@dgae.mec.pt
Assunto: Nota Informativa – Avaliação do Desempenho Docente

Exm.º(a) Senhor(a) Diretor(a),

Junto se remete a Nota Informativa sobre Avaliação do Desempenho Docente.

Com os melhores cumprimentos,

O Diretor-Geral da Administração Escolar
Mário Agostinho Alves Pereira

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O ministro da Economia, acordou!

Parece que finalmente, passado um ano e meio, o ministro da Economia acordou para o universo real que é este seu (nosso) País que conhecia bem: visto do Canadá onde era professor universitário e de onde escreveu uns bons livros (teóricos) e quando a Viseu vinha de férias, ou pelo Natal.

De resto – do País Real – nada de nada conhecia. E tem-se visto, e, contra factos não haverá argumentos. Mas mesmo assim achava que, sendo dotado de professorado no Canadá, que tendo escrito uns quantos livros – de qualidade, sem dúvida – e vindo cá nas férias, seria capaz de resolver os males – bastantes – deste País.

Como todos entendemos não tem conseguido. E para além de um ministério muito grande, onde se perderá e onde quase nada e ninguém controlará, não soube o que de facto é este País. E nem pedindo ao seu motorista para o chamar de Álvaro e a todos que consigo contactassem, conseguiu fazer algo – muito pequeno – de diferente que mudasse para melhor, este nosso País, agora, outra vez do fado, ao que se sente!! E não só!.

Instantaneamente, talvez por sentir – ou não! – que pode ser remodelado, ou por qualquer outro motivo, parece estar a acordar para o País Real e a perceber que sem Economia isto não vai lá. Pode ser que já nem com Economia! Mas, vale tentar.

E vai de fazer conversa com os ditos parceiros desta Desunião Europeia fazendo-os entender que sem Economia e só com Finanças os portugueses deste Portugal se vão todos afogar a muito curto prazo. Já em 2013! E há que atrair investimentos quer baixando a taxa do IRC quer com outras medidas.

Até que enfim, que da teoria passou à prática, e da conversa aos atos.

Sendo que, e como lhe é muito costume – e não só a Álvaro mas a tantos de nós, – começa sempre por dizer mal de tudo e todos do “antes de si” para ganhar força para dizer “bem” do, depois de si. Mas “isto” é de somenos.

Se de facto ainda for a tempo e conseguir convencer os nossos amigos da Desunião Europeia dos benefícios da Economia neste País à beira do precipício, terá de seguida que convencer o Senhor Ministro das Finanças para este dar as necessárias indicações ao Senhor Primeiro Ministro, e talvez tenhamos um vislumbre da Economia, de Industria, do que produz riqueza neste nosso triste e decrepito País, encaixado na Desunião Europeia.

Vale tentar seja qual for o motivo que o leva a fazê-lo, mesmo podendo – ou não – ser o risco de deixar de ser Ministro.

Mas em todos e também no Álvaro haja mais humildade, menos arrogância – não chega o Álvaro, no trato!!! – e sem ter que encontrar culpados – a não ser que sejam julgados e condenados – talvez deva fazer bem mais do que até aqui tem feito como ministro que se esperava que fizesse e não fez. Talvez agora consiga, e se assim for – apesar de ser sua (dele) obrigação – o País agradece!

Augusto Küttner de Magalhães

Novembro de 2012

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