Encontra-se aqui, via no Coração da Escola, e segue exactamente a linha de argumentação que considero mais válida e exequível. Quem indeferir o pedido fica co-responsabilizado por algo que o involuntário avaliador faça de errado, após ter declarado com sinceridade a sua inadequação para a função. A menos que os egos sorem mais alto do que a coerência, acho que aqui temos matéria…