… mas parece que foi assumida a mobilidade especial (ou coisa parecida à bolsa dos disponíveis, retomando a política de Sócrates neste particular) para todos os corpos da função pública.

Nada que eu não tivesse antecipado quanto ao que adivinho virem a ser empurrões para os professores mais caros (e não só…) saírem da carreira…

Resta saber se isso significa uma mobilidade dentro de cada ministério se acabaremos empurrados para os centros de emprego do IEFP, já que para os Politécnicos não deve ser possível…

Quanto ao resto, os cortes brutais mantêm-se na agenda, enquanto as previsões macro-económicas voltam a ser corrigidas em sentido negativo.