… com a relação entre a solução preconizada para resolver a situação que vivemos – pareceu-me que passaria por eleições – e a teorização do levantamento popular que li no Rumo à Vitória.

Percebo que, afinal, se admite que em democracia (mesmo que burguesa) as soluções são diferentes das que se projectavam em tempos de ditadura.

Mas… para dia 27 há a questão de saber se a anunciada concentração oficial irá abandonar o terreno quando os indignados passarem à acção.

Eu explico melhor porque coloco este tipo de questão. É que, por ocasião de algumas manifestações da Primavera Árabe, nomeadamente no Egipto, houve quem me criticasse por ser contestatário de sofá e me refugiar nas arcadas. Ora, pelo que vi… houve quem nem nas aracdas ficasse e tenha batido em retirada depois de picado o ponto.