Terça-feira, 13 de Novembro, 2012


The Clash, Stay Free

Natalidade das estrelas em queda

O título é longo, mas o post será relativamente curto.

As coisas explicam-se com facilidade, mesmo para pessoal que não seja da área.

Em História, os fenómenos devem ser estudados e enquadrados em três vertentes: a temporalidade, a espacialidade e a contextualização.

O que significa que as coisas devem ser pensadas atendendo o tempo, o espaço e o contexto (cultural, social, político, económico) em que se inscrevem.

O mesmo se passa quando se delineia uma qualquer reforma, neste caso na Educação.

O pensamento que apenas olha para o aqui e agora, a curto prazo, desprezando todo o que envolve o momento, o instantâneo, desligado do que o envolve, é um pensamento amputado, insuficiente, limitado e leva, necessariamente, a decisões com escassas hipóteses de sucesso.

Perdendo-se a noção da História, do momento como vivemos como um elo entre o passado e o futuro, um elemento entre outros, perdemos eficácia nos actos, capacidade de inscrição na realidade.

É um erro muito habitual em quem quer despachar as coisas, na base da rapidez e da aparência da capacidade decisória. Nuno Crato, impaciente e em busca de fórmulas para consumo rápido, deixou-se cair nesse erro.

Professores da cooperativa Didáxis acusam a direcção de discriminação e perseguição e acusam o ministério de negligência.

Cooperativa completamente subsidiada pelo Estado…?

A montagem é da SIC e não de um qualquer brincalhão.

Quem fala assim não é gago?

Sempre foi assim, mas há momentos em que se agrava. Falo do enquistamento de posições sobre problemas e situações apenas com base no posicionamento de cada um em relação a…

Em linguagem do PM poderia dizer eu pessoalmente penso que já entrámos naquela fase que se viveu em 2009 com o engenheiro.

 

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