Passos Coelho: “O Governo não está para cair”

Só assim se entende que seja representado no Parlamento por um ministro imaginário, que se mantém no cargo pelas razões que se foram descobrindo. Desde os tempos do espião até às descobertas da formação.

O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, deixou nesta quinta-feira, na Assembleia da República, o que pareceu ser um recado às bancadas da maioria e ao ministro Paulo Portas, ao afirmar que não há espaço para “estados de alma” nem para “países imaginários”.

Por acaso ouvi parte do discurso e garanto que foi um dos conjuntos mais memoráveis de chavões, vacuidades, inanidades e coisas equivalentes de que há memória no Parlamento português que, já de si mesmo, não é avaro em tais coisas.