Eu percebo que na lógica das poupanças era necessário criar uma nova Direcção-Geral e que a mesma se pudesse impor com arreganho, pertinácia e equipamento novo para funcionar como uma Secretaria de Estado em vez da própria (acentuada) que só não é inexistente porque é quem assina esta portaria com o seu quê de anedótico, um ano e meio depois da tomada de posse do Governo, dez meses depois da aprovação da estrutura orgânica da DGE e perto de dois meses depois da definição da estrutura nuclear da mesma. No contexto em que estamos… meu caro Fernando Reis, esperava-se outra coisa… muito melhor e não falo das cores do logo ou do facto do endereço da DGE ainda ser o da DGIDC.