À medida de homens sem noção da História, da sua importância e do que certos rituais, mesmo caídos em desuso, significam para alguma coesão nacional.

Claro que leram pouco, viveram algures e acham tudo isso irrelevante perante os números dos gráficos a exibir pelos portátéles e aipédes que agora não sabem largar, como jovens com falta de objecto amoroso com pulsação.

A eliminação dos feriados do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro constitui um acto de agressão frontal à memória histórica de um povo, terraplanando a evocação da Monarquia, da independência nacional e da República.

É algo que me repugna profundamente. Mas que considero adequado aos que estão. Os engomadinhos dos manuais de economia para tótós. E os ignorantes que passam por ser grandes gurus.