Sábado, 29 de Setembro, 2012


Morrissey, Suedehead

… de braço de dado com o Relvas deve ser o avançado mental Borges. Até porque nos anda a sair mais caro.

É que pior do que o que disse (é a opinião dele) e a quem se dirigiu ou deixou de dirigir, foi o ar de arrogante condescendência com que o fez.

A sério… por que porcaria de razão temos de aturar este senhor? Só porque o PM é ignorante em Economia & Finanças e os seus assessores-mirins na área acham o máximo a alguém que trabalhou numa empresa que se veio a saber que enganava valentemente muitos daqueles que nela confiavam?

Por que no te piras, ó Borges?

Porque eu, por razões lúdicas, não poderei fazê-lo por enquanto.

CGTP quer “grande greve geral” com todos

Fotos de Filmes do Ar.

Já percebermos que ele é uma espécie de Iznogoud – mas sem graça – da Situação actual. Uma espécie de Lawrence Summers no início do mandato de Obama, com a desvantagem de ainda não ter recebido guia de marcha para se pirar.

António Borges classifica críticos da TSU como “ignorantes”

Trabalhar no Estado deixou de ser atractivo para jovens mais qualificados

Relvas alerta para perigo da falta de confiança nos políticos europeus

Os vídeos da sessão com mais de 2 horas aparecerão pelo Sapo.

Um aspecto curioso foi acabarmos todos por falar dos excessos em Educação: de expectativas, de legislação, da massificação, de regulamentos, de estatísticas.

Nuno Crato inaugura escola em Cascais e fala de números fantasiosos na colocação de professores. Tinha a polícia de intervenção à espera mas não tinha manifestantes.

Alunos com necessidades educativas sem transporte, pais não aceitam a mudança para outra escola, Penafiel.

Faltam 3 professores na escola básica do Bairro de S. Miguel. Lisboa. FENPROF contesta a regra das colocações semanais.

Parcerias público-privadas na educação. FENPROF vai reunir com o ministro para falar sobre os gastos com os colégios privados.

As IPSS com menos crianças e em crise.

As escolas do 1º ciclo dos Açores distribuem fruta aos alunos.

(c) Francisco Goulão

Não maldigo o rigor da iníqua sorte,

Por mais atroz que seja e sem piedade,

Arrancando-me o trono e a majestade

Quando a dois passos só estou da morte!

 

 

Do pego das paixões minha alma forte

Conhece a fundo a triste realidade,

Pois se agora nos dá felicidade

Amanhã tira o bem, que nos conforte.

 

 

Mas a dor que excrucia, a que maltrata,

A dor cruel que o ânimo deplora

Que fere o coração e quase o mata,

 

 

É ver da mão fugir à extrema hora

A mesma boca lisonjeira e ingrata

Que tantos beijos nela pôs outrora!

 

[Pedro de Alcântara]