Quinta-feira, 27 de Setembro, 2012


Smashing Pumpkins, Try, Try, Try

Tens a tua oportunidade, não se conseguiu que o relvas enraizasse por lá.

Herta Müller

chegado ao mai’lindo que existe.

Diz que é uma igreja em Olivença; pelo menos é o que afirmam os que vendem rações mai’baratas p’á tropa fandanga de cá.

… ao José Luís Arnaut que tosse desalmadamente na SICN sempre que o Ruben de Carvalho começa a falar.

Call center da Portugal Telecom cria 1200 postos de trabalho em Santo Tirso

Novo ‘contact center’ da Teleperformance Portugal custou 18 milhões

CGD financiou indevidamente um director acusado de vigilância ilícita

O director do Gabinete de Prevenção e Segurança (GPS) da CGD, Nuno Bento, recebeu, em 2011, um financiamento do banco de 800 mil euros, quando o Acordo de Empresa estabelece o limite máximo de 210.409,8 euros, sendo que metade do crédito dado foi a custo zero (sem spread).
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Penso que seja este o senhor que eu invejo. Parece que é responsável por evitar que o banco seja roubado. Estou mais descansado.

Da falta de competência e de respeito

A VIA VOCACIONAL E A VIA INTELECTUAL

… é fácil que tudo corra bem.

… que na profissão mai’linda do mundo há uma (über) profissão mai’lindona ou lindérrima do mundo e uma (sub) profissão mai’lindinha ou lindozeca do mundo.

… que o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida que aconselhou o racionamento de tratamentos mais caros para doentes com cancro, Sida e doenças reumáticas se mantém em funções.

O parecer está aqui e plasma (e que tal, a ironia linguística?) em forma de letra impressa o enredo subjacente a grande parte da série A Firma que passou há uns meses na AXN (num distante follow up da obra homónima do John Grisham) e na qual um grupo de ex-médicos militares, ao serviço de uma seguradora, eliminava doentes crónicos para diminuir os encargos decorrentes dos seus seguros de saúde.

Perseguir obstinadamente os “melhores resultados” — por exemplo, número de anos de vida após tratamento — pode negar a oportunidade de trazer algum benefício para aqueles com resultados piores, ou seja, com uma perspetiva de tempo de vida menor após o tratamento.

(…)

Nesta perspetiva, defender que se deve tratar a saúde como uma “esfera” separada – focando exclusivamente os potenciais benefícios para a saúde, sem pesar os custos inerentes – não é adequado à realidade atual.
Tendo em conta a complexidade das questões acima descritas, a Bioética deve fornecer propostas de orientação para uma política de decisões que envolvam diferentes modalidades de negociação, sempre que a equidade não possa ser entendida nem praticada de uma forma maximalista.

Aparentemente, estes senhores especializados em Ética consideraram que a dita cuja é circunstancial e moldável às condições transitórias.

Estúpido e ignorante eu que pensava que a Ètica era algo que procurava encontrar princípios, não digo universais, mas acima das circunstâncias passageiras e dos interesses orçamentais conjunturais.

Depois da Moral andar pelas ruas da amargura, a Ética segue-lhe o caminho, quando entregue a estes oportunismos.

Eis o testemunho de um ilustre leitor do blogue, que se quer manter anónimo, sobre este tema:

Visitei hoje o seu “blog”, e ocorre transmitir-lhe algumas considerações.
Fui doente de cancro (não sei o motivo de alguns se desviarem desta nomenclatura) e lá me safei. Da minha boca, nada se ouviu durante aquele largo (muito largo, o tempo muda relativisticamente nessas ocasiões) período. A muitas coisas assisti, que mesmo certos fulanos (até médicos) nunca perceberam (aqueles, recém-chegados que eram aos serviços). Estes pareceres (se assim se podem chamar…) são muito lindos, por parte desse “Conselho” de qualquer “coisa”… mas a razão última a ponderar, diria sarcasticamente e de forma filosófica, é que tal parecer enferma e tresanda a razões para a prática da eutanásia. No caso de, por exemplo, uma deflagação de um engenho nuclear, é dos livros, que se marque (na testa) e atente, aos passíveis de sobrevivência e aos não passíveis de sobrevivência. Tecer tais considerações, dentro de situações de vivência “normal”, sem nenhum cataclismo eminente, ressuma a práticas de eutanásia, dignos do Castelo de Hartheim. Nunca pedi para viver, e tudo aceitei. Aceitei e aceito morrer, mas não aceito que se condene à morte, os “colegas” que lutaram e lutam pela vida. Para este assunto, minha muito pobre verborreia em pouco pode contribuir, mas, mais não sendo, sempre tenho a esperança que esses “senhores”, venham igualmente a serem “colegas” de “infortúnio”. (sempre vamos dizendo, enganados, que já ouvimos tudo…afinal, não, ainda temos mais para ouvir). Que a sorte que eu tive, lhes sorria igualmente. Mas podem sempre, segundo a opinião expressa agora, optar por fazerem a “passagem” mais cedo, ou perderem, de forma simples, a esperança. Isto para não comentar que não mencionam a qualidade “da passagem”, isto é, a “passagem” com o menor sofrimento possível. Encontrar-nos-emos no outro lado. Ou não.

L. C.

… que agora é possível a um aluno com 13 anos e 2 chumbos seguidos no 5º ou 6º ano, graças a exemplar desempenho escolar e quiçá a um comportamento equivalente, pode completar o 9º ano e contimuar estudos no Secundário ao mesmo tempo ou antes de um aluno que, com algumas dificuldades, vai fazendo o seu trajecto com um chumbo ocasional. Só porque alguém lhe descobre uma alegada vocação para uma profissão que não poderá legalmente desempenhar.

Vejamos os seguintes artigos da lei 51/2012:

Artigo 23.º
Participação de ocorrência
1 — O professor ou membro do pessoal não docente que presencie ou tenha conhecimento de comportamentos suscetíveis de constituir infração disciplinar deve participá-los imediatamente ao diretor do agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
2 — O aluno que presencie comportamentos suscetíveis de constituir infração disciplinar deve comunicá-los imediatamente ao professor titular de turma, ao diretor de turma ou equivalente, o qual, no caso de os considerar graves ou muito graves, os participa, no prazo de um dia
útil, ao diretor do agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

(…)

Artigo 26º
(…)
7 — A aplicação no decurso do mesmo ano letivo e ao mesmo aluno da medida corretiva de ordem de saída da sala de aula pela terceira vez, por parte do mesmo professor, ou pela quinta vez, independentemente do professor que a aplicou, implica a análise da situação em conselho
de turma, tendo em vista a identificação das causas e a pertinência da proposta de aplicação de outras medidas disciplinares corretivas ou sancionatórias, nos termos do presente Estatuto.

A minha questão é: não há número mínimo automático de participações de ocorrência, como acontece com as ordens de saída da sala, que leve à análise da situação de um aluno pelo Conselho de Turma?

Fica para os Regulamentos Internos ou fica mesmo ad hoc?

Words: The Democratic and Republican Conventions

Repetentes podem fazer dois ciclos em três anos

Conselho de Ética sugere ao Governo cortar nos tratamentos mais caros de cancro

Despacho n.º 12665/2012
Nos termos do n.º 2 do artigo 22.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, com a redação que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 105/2007, de 3 de abril, foi determinado que a constituição das equipas multidisciplinares e a designação das suas chefias, de entre efetivos do serviço, são da responsabilidade do respetivo dirigente máximo. Nos termos da alínea b) do artigo 5.º do Decreto Regulamentar n.º 19/2012, de 31 de janeiro, em conformidade com o disposto no n.º 2 do artigo 20.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, foi determinada a adoção de um modelo de estrutura matricial nas áreas de atividade de desenvolvimento de projetos transversais relacionados com a modernização dos sistemas administrativos e dos processos de trabalho e a interoperabilidade dos sistemas de informação.
Ao abrigo do disposto no n.º 3 do despacho n.º 8462/2012, de 31 de maio, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 121, de 25 de junho de 2012, é criada a equipa multidisciplinar interna designada Unidade de Modernização e Apoio Logístico (UMAL) e atribuídas as respetivas competências.

O segurança

O fiscal

Em especial se fossem os que têm a profissão mai’linda entre as mai’lindas. Porque superior é outra coisa, mesmo se quase metade das vagas ficam por preencher.

Professores do superior poderão ter aumentos em 2013

Os professores do ensino superior vão ficar a salvo dos congelamentos decretados para a função pública e, no próximo ano, a progressão na carreira destes docentes voltará a ser acompanhada dos respectivos aumentos salariais.
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É mais prático quando temos os nossos homens em Havana.
Que fique claro… não acho mal, apenas estou invejoso.

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