Domingo, 23 de Setembro, 2012


David Byrne/St Vincent, Who

… que o Governo comunicou primeiro ao Expresso do que ao Conselho de Estado que tinha alterado a sua posição sobre a TSU. Porque se ninguém lá dentro comunicou as coisas cá para fora… e a reunião durou aquele tempo todo… como seria possível que…

A menos que eu tenha percebido mal, ele disse que o PM já lá chegou com a decisão tomada e que não foi o Conselho de Estado a pressioná-lo para isso. Evocou o comunicado do Conselho de Estado a esse respeito, o que é confirmado pela versão oral, mas que não encontro na escrita.

 

6 de Outubro, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

9.45 – Abertura

10:00 – 11:15 – O Modelo de Gestão

Moderador: Paulo Prudêncio (Correntes)

Participantes confirmados: Mário Carneiro (O Estado da Educação e do Resto); Ricardo Silva (APEDE)

11:15 – 11:30 – Intervalo

11:30 – 12:45 – Vinculação: Ordinária ou Extraordinária?

Moderador: Arlindo Ferreira (Blog DeAr Lindo)

Participantes confirmados: César Israel Paulo – Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC), Jorge Costa (Peticionário ao Parlamento Europeu) e Miguel Reis do MEP, Grupo de Protesto dos Professores Contratados e Desempregados.

Intervalo para Almoço

14:30 – 15:45 – Gestão de expectativas no seio da classe docente e Da burocracia à desinformação na Educação

Moderadores/Participantes confirmados: Nuno Rolo/Abel Martins (Ad Duo) e Ricardo Montes/Nuno Coelho (Professores Lusos) e Luís Braga (Visto da Província)

15:45 – 16:00 – Intervalo

16:00 – 17:15 – Autonomia/Centralismo

Moderador: Paulo Guinote (A Educação do meu Umbigo)

Participantes confirmados: José Alberto Rodrigues (APEVT), José Morgado (Atenta Inquietude) Rui Correia (Postal – Um Verbário)

17.30 – Encerramento

Inscrições aqui, com comunicação por mail para iniciativablogger@gmail.com.

Aguentem-se com a senhora DREC aqueles que têm muita luta no teclado. Não é falta de solidariedade com os mexilhões, apenas o incitamento ao aristocratas

“Há muitos estabelecimentos de ensino em Coimbra”

E o que eu tenho sido ofendido pelas emílias laranjas por ter anunciado a coisa…

Ministério da Educação volta a suspender cursos para adultos

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) esclarece que a suspensão vigorará até à conclusão de protocolos com o Instituto de Emprego e Formação Profissional.

O problema é que mesmo quem percebe de números, nem sempre acerta nas contas e nos métodos. Este é o relatório mais recente sobre o financiamento da educação pública nos EUA.

Embora clicando se aceda ao relatório completo, eu seleccionei dois singelos quadros para demonstrar como em 20 anos (incluindo administrações democratas e republicanas) o investimento por aluno duplicou e como a estrutura dos encargos com salários não é muito diferente da nossa.

Na pátria do liberalismo mais liberal.

Também é interessante para comparar as fontes de financiamento, entre o estado federal, os estados e as autoridades locais.

Claro que as emílias laranjas podem – na esteira da cegueira da festa do chá -contra-argumentar com a minha prática profissional, com o desempenho escolar da minha filha, com o tema do meu doutoramento, mas isso só revela nervosismo.

A antecipação das conclusões de um estudo alegadamente a ser feito para o MEC revela outra coisa: que as fugas de metano e o muro de silêncio são muito selectivos.

Se o ministro lesse blogues, ainda acreditaria que fossem relvices. Como não lê acredito que é apenas alguém que, com inside information, a usa de forma abusiva. O que, de certa forma, é a essência da relvice.

How Do We Calculate Per Pupil Expenditures? A Call for GAAP in Education

(…)

Determining per pupil expenditure relies on a series of decision rules that vary. Should states report current expenditure or total expenditure (which includes capital outlays and debt services)? Is expenditure the total revenue collected and disbursed to the public schools, or the amount that the district actually spent?

Perhaps most importantly, the method you use to calculate costs affects the final total. To highlight the discrepancies that can exist, I compiled three different calculations of per pupil expenditures from five large, well-known school districts (based off data from the Census Bureau Report). As you can see from the right-most column, the per-pupil expenditure varies widely depending on how cost is calculated.

2012-07-16-GAAPTable.JPG

This is not acceptable. What if we discovered that a private company had changed the way it calculated costs to overstate its return on investment? Remember Enron, anyone?

Já aqui usei… mas é sempre bom relembrar que há quem nos queira vender musaranho por arminho.

Clicar na imagem para aceder ao estudo… que demonstra como a liberdade de escolha à medida dos contratos pouco muda para melhor e frequentemente muda para pior…

Daí que eu não seja adversário do conceito, mas sim de muitas más práticas…

Aquelas que as emílias laranjas querem esconder atrás de rácios e da lama lançada para cima de quem não teme…

Os atropelos nas filas do supermercado

 

Um fim de sábado, o primeiro deste outono. Fomos comprar coisas rápidas, m/ mulher e eu, ao supermercado

 Fui à fruta , m/ mulher aos congelados, Estava a escolher uvas, preço mais em conta e qualidade, entra uma jovem já a passar os trintas, com a mãe, a falar muito alto. Algo que hoje é bastante normal, já não só ao telemóvel. “Isto” já não é prerrogativa dos jovens, todos, todos, em espaços públicos falam, muito alto, estão-se (estamos?) completamente maribando pelo incómodo que possa ser causado aos outros. Desde que connosco tudo bem.

 Enquanto escolho as uvas, diz à mãe, que havia comprado daquela qualidade na passada semana e iria levar mais. Quase me empurra, para chegar às uvas.  Como já tinha as m/ no saco dei espaço. Olhei-a, vestida como se tivesse 18 anos, perna toda à mostra e decote, bem decotado. E nada de especial! Lá continuou a falar muito alto com a mãe, e claro a ser ouvida por todos.

Fui ao encontro da m/ mulher, mais uma salada, agua, uma cerveja, e fomos para as caixas, entretanto sempre a falar alto a “menina” quase a chegarmos às filas, passa-nos à frente, a fica na fila antes de nós. Deixa ficar o carrinho, vai ver outras coisas, e volta , quando vai a chegar, e como já era fim do dia uma caixa ao lado que estaria para fechar faz-nos sinal de que ainda atende.

A m/ mulher que – estava distraída de toda esta cena, até por termos andado cada um em seu lado –  tinha os congelados na mão, avança e eu vou atrás – com o carrinho – , entretanto a jovem tenta a todo o custo ultrapassar-me, não consegue, e fica atrás de mim, na segunda na fila

A jovem, vira-se para mim, e pergunta-me se não vi que estava à minha frente. Respondi-lhe que não estava dado que tinha “pousado” o carrinho de facto à m/ frente já indelicadamente e tinha ido buscar mais compras. Disse que não foi buscar compras, foi só ver preços. Disse-lhe que se o preço fosse o que pretendia tinha de facto trazido as compras. Nesse preciso momento chega a mãe, com algumas compras na mão que coloca no carro. O espaço estaria guardado na fila, enquanto ambas ainda faziam compras! Disse-lhe!

 A m/ mulher de nada se havia percebido e já estava a passar os congelados na caixa. A jovem, continua a barafustar. Pergunto-lhe se não vai desligar, uma vez que me tentou passar três vezes no mesmo tempo e espaço, à frente.

 Respondeu-me que eu já tinha idade para saber que ela tinha todo o direito a ficar à m/ frente. Como é evidente – já –  nem lhe respondi. Não valia dar cavaco a quem não merece! A vontade de criar ali uma peixeirada era dela. E, mais uma vez a força do egoísmo a suplantar o respeito pelos outros. e o problema idade, ou seja já estás a ficar velho, aguenta-te que isto é para os jovens.-

 

Estranho? ou nem por isso?

 

Nota : tenho sessentas e segundo dizem não se nota muito. Claro que se nota que não tenho trintas!!! E o espaço não é para sessentas e mais!!!

Augusto Küttner de Magalhães

setembro de 2012

Do caraças! Cada um escreve como quer ou como sabe, mas em jornalismo fica mal e é premente denunciá-lo.

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Laissez-faire, laissez-cracher.

A inversa é que costuma ser apetecível aos coisos.

Montenegro, Faro, alunos do 1º ciclo ficam à porta, só podem entrar na escola 15 minutos antes das aulas.

Mais de 100 alunos vão almoçar a outra escola e são acompanhados por uma funcionária, Quarteira.

Na manifestação em Belém alguém se lembra do ministro Nuno Crato

Sic Esperança e Vitalis dão 500 Bolsas escolares