Quarta-feira, 5 de Setembro, 2012


Sesame Street ft Bruno Mars, Don’t Give Up

  • Petições fratricidas que só colocam uns contra outros.
  • Reacções histriónicas e despropositadas a essas petições.

Está instalado um clima de completa desorientação em algumas (muitas?) mentes e o anúncio prematuro, impreparado, de uma vinculação extraordinária de professores contratados acabou por funcionar como napalm em terreno já de si explosivo.

Para a próxima, tentem não dar boas notícias desta forma.

desajudaram.

Garanto que estes são casos reais, originalmente com a identificação das escolas em causa.

Caro Paulo Guinote.
(…)
Pertenço ao QND da [Escola A]. Há 3 anos destaquei por DCE para a [Escola B].
Este ano não entreguei Relatório Médico e consequentemente regressaria à [Escola A].
Tentei ir para a [Escola C] no concurso de Mobilidade Interna. Como há um DCE à minha frente, ficou ele com essa vaga.
Obviamente eu ficaria a leccionar na [Escola A], onde tenho horário.
Apresentei-me na [Escola A] dia 3. Disseram-me que por engano estou colocado na [Escola B].
Continuo a trabalhar na [Escola A] . Nem sequer fui à [Escola B].

A escola está a tentar que a DGRHE corrija o erro. Eu continuo a participar em todas as actividades da [Escola B], mas estou colocado na outra escola.

Este erro é dos que se vê. Possivelmente haverá muitos que só com muita minúcia se descobrirão.

Saudações cordiais

M.

Directores de centros de saúde com títulos académicos falsos

Isto tudo dá imenso dó, mas é mesmo antes de dar nojo e vontade de lhes dar enfiar com um balde de detritos pelo currículo abaixo.

Antes assumir que gerir uma cervejeira ou uma televisão é quase o mesmo…

Desde sempre ligado à área da distribuição, Alberto da Ponte trabalhou na Bélgica, em Espanha e até na Malásia. Mais recentemente, foi presidente da Sociedade Central de Cervejas, entre Maio de 2004 e Abril de 2012. Atualmente era responsável pela estratégia de crescimento na Heineken, a empresa holandesa que controla a cervejeira portuguesa.

Ainda do Estatuto do Aluno e da Ética Escolar. Não sei se ria, se chore… com algumas passagens…

Artigo 44.º
Incumprimento dos deveres por parte dos pais ou encarregados de educação

(…)

3 — O incumprimento reiterado, por parte dos pais ou encarregados de educação, dos deveres a que se refere o número anterior, determina a obrigação, por parte da escola, de comunicação do facto à competente comissão de proteção de crianças e jovens ou ao Ministério Público, nos termos previstos no presente Estatuto.
4 — O incumprimento consciente e reiterado pelos pais ou encarregado de educação de alunos menores de idade dos deveres estabelecidos no n.º 2 pode ainda determinar por decisão da comissão de proteção de crianças e jovens ou do Ministério Público, na sequência da análise efetuada após a comunicação prevista no número anterior, a frequência em sessões de capacitação parental, a promover pela equipa multidisciplinar do agrupamento de escolas ou escolas não agrupadas, sempre que possível, com a participação das entidades a que se refere o n.º 3 do artigo 53.º, e no quadro das orientações definidas pelos ministérios referidos no seu n.º 2.
5 — Nos casos em que não existam equipas multidisciplinares constituídas, compete à comissão de proteção de crianças e jovens ou, na sua inexistência, ao Ministério Público dinamizar as ações de capacitação parental a que se refere o número anterior, mobilizando, para o efeito, a escola ou agrupamento, bem como as demais entidades a que se refere o artigo 53.º
6 — Tratando -se de família beneficiária de apoios sociofamiliares concedidos pelo Estado, o facto é também comunicado aos serviços competentes, para efeito de reavaliação, nos termos da legislação aplicável, dos apoios sociais que se relacionem com a frequência escolar dos  seus educandos e não incluídos no âmbito da ação social escolar ou do transporte escolar recebidos pela família.
7 — O incumprimento por parte dos pais ou encarregados de educação do disposto na parte final da alínea b) do n.º 2 do presente artigo presume a sua concordância com as medidas aplicadas ao seu filho ou educando, exceto se provar não ter sido cumprido, por parte da escola, qualquer dos procedimentos obrigatórios previstos nos artigos 30.º e 31.º do presente Estatuto.

Artigo 45.º
Contraordenações
1 — A manutenção da situação de incumprimento consciente e reiterado por parte dos pais ou encarregado de educação de alunos menores de idade dos deveres a que se refere o n.º 2 do artigo anterior, aliado à recusa, à não comparência ou à ineficácia das ações de capacitação parental determinadas e oferecidas nos termos do referido artigo, constitui contraordenação.
2 — As contraordenações previstas no n.º 1 são punidas com coima de valor igual ao valor máximo estabelecido para os alunos do escalão B do ano ou ciclo de escolaridade frequentado pelo educando em causa, na regulamentação que define os apoios no âmbito da ação social escolar para aquisição de manuais escolares.
3 — Sem prejuízo do disposto no número seguinte, quando a sanção prevista no presente artigo resulte do incumprimento por parte dos pais ou encarregados de educação dos seus deveres relativamente a mais do que um educando, são levantados tantos autos quanto o número de educandos em causa.
4 — Na situação a que se refere o número anterior, o valor global das coimas não pode ultrapassar, na mesma escola ou agrupamento e no mesmo ano escolar, o valor máximo mais elevado estabelecido para um aluno do escalão B do 3.º ciclo do ensino básico, na regulamentação que define os apoios no âmbito da ação social escolar para a aquisição de manuais escolares.

5 — Tratando -se de pais ou encarregados de educação cujos educandos beneficiam de apoios no âmbito da ação social escolar, em substituição das coimas previstas nos n.os 2 a 4, podem ser aplicadas as sanções de privação de direito a apoios escolares e sua restituição, desde que o seu benefício para o aluno não esteja a ser realizado.
6 — A negligência é punível.
7 — Compete ao diretor -geral da administração escolar, por proposta do diretor da escola ou agrupamento, a elaboração dos autos de notícia, a instrução dos respetivos processos de contraordenação, sem prejuízo da colaboração dos serviços inspetivos em matéria de educação, e a aplicação das coimas.
8 — O produto das coimas aplicadas nos termos dos números anteriores constitui receita própria da escola ou agrupamento.
9 — O incumprimento, por causa imputável ao encarregado de educação ou ao seu educando, do pagamento das coimas a que se referem os n.os 2 a 4 ou do dever de restituição dos apoios escolares estabelecido no n.º 5, quando exigido, pode determinar, por decisão do diretor da escola ou agrupamento:
a) No caso de pais ou encarregados de educação aos quais foi aplicada a sanção alternativa prevista no n.º 5,a privação, no ano escolar seguinte, do direito a apoios no âmbito da ação social escolar relativos a manuais escolares;
b) Nos restantes casos, a aplicação de coima de valor igual ao dobro do valor previsto nos n.os 2, 3 ou 4, consoante os casos.

Não há nada como ser o funcionário mais caro do Governo a dizer que se devem reduzir os custos num dos nossos sectores económicos mais empobrecidos…

António Borges diz que redução dos custos de produção é essencial para a competitividade

(…)

António Borges participou hoje, na qualidade de professor convidado da Universidade Católica e de agricultor, numa mesa redonda sobre “o que tem a agricultura para dar aos portugueses”, organizada pela Associação Nacional de Produtores de Milho (Anpromis) no âmbito da Agroglobal, Feira do Milho e das Grandes Culturas, que decorre até quinta-feira em Valada, no concelho do Cartaxo.

Para António Borges, a política seguida em Portugal nos últimos anos “fez muito mal à competitividade portuguesa em todos os sectores expostos à concorrência estrangeira, de que a agricultura é um exemplo absolutamente evidente”.

Por outro lado, apontou “uma certa dificuldade” dos agricultores portugueses em se organizarem e trabalharem em conjunto, sobretudo na área da comercialização.

Há aqui todo um conceito estratégico que me está a falhar… uma defesa em conjunto com Espanha serve-nos para…?

Mas não foram eles que nos limparam Olivença e o peixinho do mar?

Aguiar Branco quer defesa militar conjunta com Espanha

Ministro da Defesa colocou a questão de desenvolver maiores laços estratégicos e de edificar capacidades militares conjuntas.

Eu sei que o mundo é outro, agora que somos todos europeus de segunda linha como já antes éramos mas… se há continuidade na nossa História Militar e Diplomática desde o século XVII, incluindo o século XX, passou por se marcar sempre a diferença em relação a Espanha e, na generalidade dos conflitos europeus e mundiais (salvo a aproximação Salazar/Franco e mesmo aí com algumas ressalvas), isso foi a base da nossa estratégia…

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