Terça-feira, 4 de Setembro, 2012


Dave Matthews Band, Mercy

Adenda: “Pá!”

E eu acho que merece. Eu e o Fafe ainda nos metemos em trabalhos com a entrega… A ver se temos muito que fazer… para arranjarmos pretexto.

FLAD dá bolsas para jornalistas nos EUA

Termina a 9 de setembro o prazo para a apresentação das candidaturas à edição 2012 do Programa José Rodrigues Miguéis, que atribui a oito jornalistas portugueses bolsas de estudo de curta duração nos Estados Unidos da América.

Este ano o programa de aperfeiçoamento profissional decorre entre 22 de outubro e 7 de novembro, e destina-se a jornalistas profissionais portugueses ou com cidadania da União Europeia, com residência no nosso país.

Os seleccionados beneficiarão de um curso de duas semanas nas instalações da Universidade de Georgetown, em Washington DC, e de contactos com instituições norte-americanas e analistas políticos no momento em que os norte-americanos irão às urnas para eleger o seu presidente. As viagens, propinas e alojamento estão a cargo da FLAD.

Não é por nada, mas sinto existirem candidatos naturais…

Que expetativas…

Novo programa governamental para combater insucesso escolar entra em vigor esta quarta-feira

De que ainda falaremos muito.

Professores contratados vão ter vinculação até ao fim do ano

Garantia foi dada pelo Ministério da Educação, de acordo com o secretário-geral da FNE.

Eu acho que deveria ter sido assinado um entendimento qualquer…

Desculpa lá Fafe, mas vais ter de fazer bonecos com o João!

… uma vinculação extraordinária de professores cujos efeitos não se façam sentir apenas no próximo ano lectivo?

FNE afirma que MEC se compromete com vinculação extraordinária até ao fim de 2012

(disclaimer para tótós: o que está em causa não é a justiça da vinculação mas a banha da cobra de ser possível fazê-la este ano)

concorrer ao cu de judas ou lamber o cu de judas

A menos que algum imprevisto…

O fabuloso destino dos jovens assessores do Governo Passos

Apelidos certos. Cartões certos. O currículo é o que menos interessa. Passos Coelho pode fazer, qual Aníbal, o papel de homem sério, mas os fungos crescem em seu redor e à sua sombra. E há quem saiba que eu sei que muitos destes são tão tenrinhos que não aguentavam 15 minutos de conversa…

Caso divulgado pela APEVT:

Começam a surgir-nos situações “desabafos” e preocupações muito complexas.
Uma colega, a chorar, fez-nos chegar um depoimento ao qual não podemos ser estranhos.
Reside a pouco mais de 50 Km da Escola onde exerce funções docentes. Esta colega de EVT, grupo 240 (um dos mais afetados), não tem transporte próprio, pelo que utiliza transportes públicos (comboio e/ou autocarro) para se deslocar, como até 31 de agosto sempre fizera.
Hoje tomou conhecimento do serviço docente que lhe foi atribuído. Sendo que tinha “horário zero” e foi “respescada”, atribuíram-lhe serviço em 11 Escolas do 1º CEB no Agrupamento, Mega, onde está. Algumas dessas escolas distam 8 a 10 Kms umas das outras.
Como vai resolver a situação? A escola providencia transporte? Imaginem encaixar 11 escolas, 2 horas em cada escola, num horário. Sendo que entre cada bloco de 2 horas há um “furo” para andar a saltar de “uma escola para outra”. Cabe às escolas providenciar as deslocações? O que vou fazer? Meto uma licença sem vencimento? – Estas foram questão que quem denunciou a situação nos colocou…

Novo Ano Escolar retira maior número de Professores das Escolas

Neste início de setembro em que os docentes regressam às escolas para retomarem o seu trabalho, a Pró-Ordem reafirma o seu Protesto face às seguintes medidas tomadas pelo MEC:

O aumento do número de alunos por turma, o que dificulta o processo de ensino aprendizagem, com prejuízo para alunos e professores

A revisão da Estrutura Curricular que diminui as horas letivas dos alunos e provocou mais “horários zero” e mais desemprego nos Professores.

A criação de giga-agrupamentos que aumentam a burocracia, despersonalizam o trabalho docente e também contribuem para os “horários zero”.

A imposição de normativos às Escolas que fazem com que muitos professores fiquem responsáveis por um maior número de turmas, enquanto que outros apenas podem ficar em “Apoio”.

O desinvestimento na Escola Pública, a única que recebe todas as crianças e jovens e o “desvio” de financiamento para estruturas cuja prioridade é a remuneração dos respetivos acionistas.

A continuação da “perseguição” ao Corpo Docente (e a outros trabalhadores da Administração Pública) que se traduz em:

. congelamento do tempo de serviço e das progressões na carreira;

. não abertura de lugares de quadro, de acordo com as necessidades permanentes das escolas;

. supressão inconstitucional de vencimentos (13º e 14º meses), etc, etc.

A Pró-Ordem exorta os seus associados – e os docentes em geral – para que reclamem do Governo o cumprimento das promessas com que se fez eleger e manifesta a sua disponibilidade para conjugar esforços com outras organizações de pessoal docente, de forma a que se consigam ultrapassar aquelas dificuldades acrescidas supra-referidas, durante o ano letivo que se avizinha.

Pela Direção

O Presidente

Filipe do Paulo

… para que seja possível uma (re)união dos professores em processos comuns de contestação.

A fragmentação e o enquistamento das facções e grupos é óbvio, assim como a irritação daqueles que não conseguem perceber que os outros não entendam o quanto eles têm toda a razão e são os que.

E também os irrita que exista quem tente analisar, para compreender, antes de querer mobilizar à força.

Parece que voltámos aos tempos de ou aderes à força mesmo sem entenderes ou és contra nós.

Adoro quando regressa, de forma recorrente, o totalitarismo mal disfarçado do Proibido Proibir.

Ou a luminosidade das cúpulas negociais que nem ousam entrar nas escolas para falar com os zecos.

Constatar não é acusar. Constatar é constatar.

Ainda há quem ande por aí com falta de bicarbonato de sódio e não sou eu, pois tenho um estômago resiliente e activo.

A seu tempo, a seu tempo. Não há pressa.

Professores nos centros de emprego

As alterações para o novo lectivo, resumo da RTP

… até Águeda.

Sim, na yellow truck.