Acho reconfortante o cuidado com a legalidade no pagamento de subsídios a cento e tal assessores do Governo que vieram do sector privado (mesmo se já os receberam em 2011).

Já acho a ultrapassar o indecoroso que, ao mesmo tempo, se descartem milhares de profissionais que trabalharam anos e anos para o Estado, com o argumento (baseado numa ilegalidade) de não pertencerem aos quadros a que deveriam pertencer de acordo com a legislação laboral ainda em vigor.