Diário de Notícias, 29 de Agosto de 2012

Mais logo aprofundo o que penso acerca do que sei sobre o assunto, nomeadamente o erro que é voltar ás experiências-piloto numa dúzia de escolas seleccionadas para depois obrigar a uma generalização a todo o sistema no ano seguinte em mais uma medida centralista e avessa à autonomia. Para além de recordar estratégias de outros tempos… 🙂 é só recordar quais…

Por outro lado há paradoxos, como o de associar obrigatoriamente o Ensino Profissional a alunos com insucesso, acabando por afastar outros, ao mesmo tempo que o currículo tem equívocos nas suas adaptações, mantendo a origem de muito do insucesso. Até porque quase tudo isto já existe nos CEF e PCA, salvo uma maior ligação ao tecido empresarial que ainda resta e que nada garante que esteja pelos ajustes… a menos que seja para mão de obra gratuita.