Para mim, o essencial passa pelo modelo de funcionamento destes cursos, que torna os professores quase escravos do desempenho dos alunos, com a obrigação de realizar provas de recuperação e provas extraordinárias sempre que os jovens decidem não estudar e reprovar nos testes de cada módulo.

Para além de que, na prática, os professores são obrigados e repor todas as aulas, sendo-lhes vedado o direito inscrito no ECD de faltar. Mesmo em caso de doença, as aulas terão de ser dadas, seja quando for. Uma pessoa falta uma semana por doença incapacitante nesse período? Tem de repor todas essas aulas, a bem ou a mal.

O ónus está sempre do lado do professor…

De quem foi a ideia desta nova valtice?

Crato quer metade dos alunos do 10.º no ensino profissional

Associações contestam a exequibilidade desta medida, pois “os alunos já estão inscritos nas escolas” e até temem que as inscrições baixem.