Já os vejo a espernear de prazer, de berloquistas a marimba boys, passando por puros, adeptos do sindicalês (eu sei, isto são demasiados códigos…).

Claro que depois é confuso defenderem-se os PCA e os CEF ou as NO e ao mesmo tempo uma completa unificação dos percursos educativos, mas esse é um detalhe que escapa a muita gente. Ou não.

Recolhido no FBook, que não me apetece digitalizar.