Caro Paulo,

Vi que tem feito vários posts sobre a questão dos relatórios de auto-avaliação.
Escrevo-lhe para lhe dizer uma coisa que o vai espantar….
Eu também disse aos professores da minha escola no quadro para entregarem o papelito e que usassem o dos contratados.
E porque o fiz? Numa reunião geral expliquei.
Por isto, simplesmente… Não faz falta mas, à cautela perante o imbróglio que é a regulamentação que o Ministério faz, e as luminárias que ditam leis por lá  disse para a malta do quadro fazer se quisesse. Entregam um papel e se daqui a uns tempos alguém vier dizer que só progride quem tiver entregue um papel que muitos duvidam faça falta …..quod abundat non nocet.
Andava tudo angustiado e eu que me esforço por ser sensato disse…. entreguem a papeleta, quem entregar eu despacho para juntar ao processo, nem olho para a coisa e fica a marinar para o ano. Quem não entregar sabe da sua vida…..
Este método de gestão da “coisa” já vem na escola desde MLR e tem corrido bem…. cumprir só mesmo no limite e dando espaço aos temerosos e sem forçar o que não tem de ser forçado.
E escrevo-lhe isto só para dar uma colher de chá aos meus colegas que possam ter feito o mesmo. Muitos não gostam de mim m,as há muita gente boa e pode haver casos parecidos que estão a levar por tabela com a malta das ordens de serviço….. muito esta gente gosta de ordens de serviço (se tivessem ido à tropa mesmo, como parece que gostariam, ainda haveriam de fazer NOP’s).
Um abraço (…)
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Entretanto eu aproveito para recordar a nota que saiu há pouco mais de um mês, que pouco acrescenta ao DR 26/2012, antes deixando as mesmas zonas ambíguas por aclarar.