São estas evidências – no entender de muitos dentro do PS – que uma nova geração de socialistas começa a contestar, embalada pelas lições da crise internacional. “Há uma sintonia geracional”, diz o deputado Pedro Nuno Santos. Com ele estão, neste combate, os ex-líderes da Juventude Socialista (JS) Sérgio Sousa Pinto e Duarte Cordeiro e o actual, Pedro Alves. Mas também deputados como João Galamba ou Isabel Moreira. São, para já, um grupo informal, mas têm, a médio prazo, a ambição de poder. Estiveram com Sócrates sem hesitações e rapidamente deixaram de se rever em António José Seguro. Fazem parte da mesma geração, entre os trinta e os quarenta anos.

As parcas me livrem desta malta chegar ao poder com a ajuda dos, por exemplo, oliveiras social-democratas bloquistas, prontos para servirem de muleta aos ex-líderes da JS que sucederam a Sócrates e Seguro…

Tudo com a benesse do patriarca Soares e quiçá com uma candidatura presidencial de um novo silva.