Porque o currículo dos indivíduos em causa demonstra a sua competência para multiplicar o dinheiro. O seu, em primeiro lugar. Mas pode sempre ser que, depois de cuidarem de si, dêem alguma coisa a ganhar ao Estado.

Condenados do BPN contratados pelo Estado

Dois dos condenados pelo Banco de Portugal por prestação de informação falsa e falsificação de contas no caso BPN, trabalham como diretores para um fundo do Estado.