Quinta-feira, 28 de Junho, 2012


Rafaella Carra, Fiesta

… da “fusão invertida” não me sai da cabeça, um gajo habituava-se aos cornos, mas eis quando…

Um discurso motivador do Ministro da Economia.

E está tudo legal?

Digam o que disserem, parece-me anglo-sax.

Ao intervalo.

Ex.mos Sr.s Jornalistas,

agora que acabou o Euro (não interessa qual), e enquanto alguns dos vossos prezados pares ainda entretêm o ppl com a angústia da cor das cuecas dos actores com AAV do-melhor-que-há, sugiro que nos contem do estado das cuecas do sindicalismo, cruzeiros, cilindradas e coiso.

É apenas uma sugestão, amanhã já ninguém se lembra, eu que não sou de intrigas e também estou aqui no meu canto.

Saudades às tias.

Este sempre vosso e afectuoso,

Fafe

P.S.: Desculpem, abri a carta sem querer…

… uma muito jovem e fresca deputada do PSD a explicar qualquer coisa sobre o ministro Relvas e a Comissão de Ética. Gostei da forma, quase-gasparizada, como a deputada explicou qualquer coisa, contrária à posição do PS, que consta ser esta. PS que tem na dita Comissão vultos como Inês de Medeiros e Ricardo Rodrigues, exemplos magnos de especialistas no dito assunto da coisa da Ética.

… dos primos, enteadas, vizinhas, amigas e conhecidos.

O secretário de Estado da Segurança Social garantiu hoje que a entrega a privados da gestão de infantários e centros infantis não põe em causa os postos de trabalho, nem a qualidade do funcionamento dos equipamentos.

Ministério transformou professores do quadro em contratados nas estatísticas de 2010/2011

A Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) enganou-se nos dados sobre o ano lectivo 2010/2011 que disponibilizou na passada segunda-feira.

Claro que ninguém tem culpa de nada, errar é humano e trolaró.

É como com as provas finais de 6º ano. No caso da 2ª chamada de Matemática, caderno 2, passava-se da figura 5 para a 7. Nada de muito grave, pois os miúdos mal notam e até tinha errata.

Mas para tanta gabarolice com o tempo gasto a fazer as provas e com os sucessivos mecanismos de controle… é inaceitável.

Em directo, no Blog DeAr Lindo:

É verdade que os classificadores de diversos exames (Português, Biologia, História da Cultura e das Artes) ainda estão à espera de um documento do GAVE para poderem passar a tinta e completar as tarefas de classificação dos exames que devem entregar amanhã ou 2ª feira?

A legislação aprovada (pelo menos em Conselho de Ministros) já permite que os hiper-mega departamentos se dividam e que em vez dos quatro/seis canónicos surjam uns dez. A minha percepção é que o acomodamento é grande e que, salvo algumas situações de conflito balcânico, na maioria das escolas e agrupamentos se está a optar pelo imobilismo, ou seja, à submissão ao modelo gigantónico que tantos criticavam ainda há um par de anos…

Posso estar errado, mas…

Já arrancaram as tarefas destinadas a preparar o próximo ano lectivo.

Umas são daquelas que pouco mudam (matrículas, organização da papelada dos processos individuais, recomendações para a constituição de turmas), mas outras implicam, actualmente, uma enorme dose de incerteza, apesar (ou por causa) das regulamentações recentemente produzidas. em outros casos por, pura e simplesmente, não se saber o que poderá trazer o avançar do Estio.

  • A principal questão, que se arrisca a ser uma falsa questão pela forma malabarista como MEC a apresentou, será a da opção por tempos lectivos de 45 ou 50 minutos. As escolas andam a fazer cálculos, cruzando essas durações com os horários dos professores e quer-me parecer que permanecerá, em larga maioria, a opção por tempos de 45 e blocos de 90, o que acabará por fazer prolongar uma opção errada, devido ao modo como o MEC armadilhou a prometida autonomia.
  • Qual o destino das aulas de substituição? Ficam? Esquecem-se? è mais outra área da autonomia? Há vergonha em fazê-las implodir? Não há coragem em assumir que foram implementadas de forma errada e que deveria ser reformulada a sua forma de funcionamento ou simplesmente esquecidas?
  • Quais os critérios e as opções das escolas em matérias curriculares como a “Oferta de Escola” ou a “Oferta Complementar”? Não seriam enquadráveis aqui certos projectos que atravessam um período de auto-avaliação e reformulação para o próximo ano lectivo? sempre permitiria que algumas ficções de papel passassem a ter existência concreta…
  • As AEC vão funcionar como? Na base do esquema actual, algo casuístico, com uma gestão muito duvidosa em vários aspectos, dos financeiros aos pedagógicos? Haverá coragem em transformá-las em algo diferente, com recurso aos meios humanos dos agrupamentos, em primeiro lugar, e só depois àqueles contratos manhosos, que se fazem e desfazem a gosto, com autarquias, associações de pais, etc, etc, todas encavalitadas umas nas outras á espera que pingue um pouco mais?

Subsídio de maternidade pode levar corte de 14% a partir de julho

Recordando:

Governo garante que não vai cortar subsídio de maternidade

Direito de Resposta do ministério da Segurança Social sobre notícia referente ao subsídio de gravidez

… dos partidos que rejeitaram o PEC4 no Parlamento?

É que há especialistas em amnésia, branqueamento do passado e desenterramento de pontes com esse mesmo passado, depois de devidamente expurgado dos detalhes incómodos.

Oposição critica contratação «principesca» de Mega Ferreira

Câmara de Lisboa quer pagar 19 mil euros por um estudo sobre o Museu da Cidade.

Se o grande justiceiro Sá Fernandes aprovou…

“Alvesbarrota”

(c) Francisco Goulão