Segunda-feira, 25 de Junho, 2012


The Style Council, Shout to the Top

Gaspar: Governo vai procurar agir dentro de «custos mínimos para os portugueses»

  • RTP – Sabia que Cristiano Ronaldo vai à casa de banho quase sempre que sente necessidades fisiológicas de carácter não genésico? – A história por trás das latrinas.
  • SIC – Porque Nelson Oliveira tem um penteado que não se parece com nada. Descubra amanhã com o nosso repórter infiltrado na selecção.
  • TVI – Toda verdade sobre o creme de barbear de Pepe. Os segredos de uma careca sempre bem escanhoada. Uma reportagem alucinante.

Nuno Crato pode usar muitos argumentos para justificar as políticas que tem desenvolvido, mas há um que lhe fica mal, muito mal e que, ao que contam porque eu não tive paciência para seguir todas as intervenções parlamentares ou televisivas da última semana, terá usado recentemente.

O argumento é aquele, clássico, de ser diferente estar dentro do Governo ou fora dele. De as opiniões expressas enquanto analista não poderem ser transpostas para a prática de um ministro.

Ora bem… isto é a antítese de tudo o que Nuno Crato sempre afirmou, em especial quando afirmava nortear-se por princípios e não apenas por conveniências ou inevitabilidades.

Até porque significa uma de duas coisas: ou o analista andava mal informado e usou argumentos inválidos, sendo injusto na apreciação que fez dos titulares anteriores da pasta que agora ocupa, ou então esses argumentos eram válidos, fundamentados, e optou por abandoná-los em nome de um pragmatismo de que a coerência se ausentou.

Ditosa Educação que tão esclarecidos directores tem!

Agrupamento de escolas de Vagos vai sofrer alterações. Os responsáveis dizem que pode ser bom e mau.

ESTE MINISTRO EXISTE?

Mega-agrupamento de escolas de Pataias

E para contextualizar, no Tinta Fresca:

Agrupamento de Pataias troca projeto autónomo por integração no mega grupamento de Alcobaça

Liberdade de escolha? Adonde?

Falinhas mansas

Não, não de forma alguma… 😆

Com autorização de divulgação. Foi enviada para os grupos parlamentares, gabinetes do ministro e secretários de Estado, dren e alguns órgãos de comunicação social.

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Exmos Srs

Dirijo-me a todos os destinatários desta carta na qualidade de encarregada de educação de um aluno do ainda Agrupamento de Escolas de Fajões, manifestando a minha preocupação com o futuro que se adivinha muito incerto.

Durante cerca de três anos acompanhei o projeto educativo da escola. Não concordei com todas as decisões do atual diretor, mas foi para mim sempre claro o rumo que a escola tomou. A face da escola mudou, as medidas de apoio aos alunos foram uma constante mesmo quando a autarquia recorrentemente se demitia das responsabilidades que tinha no âmbito das competências que lhe estão atribuídas. Se no início do percurso do meu educando hesitei em matriculá-lo nesta escola, até à semana passada não teria dúvidas em mantê-lo, reconhecendo a qualidade do projeto educativo, que sendo coletivo, assenta inquestionavelmente na visão e no carisma do diretor do agrupamento.

Numa altura em que se procuram resultados, as taxas de abandono e insucesso, a par com as classificações dos alunos nas provas do quarto ano (das melhores do país), são indicadores que inequivocamente mostram o trabalho que foi realizado. Tive conhecimento que a tutela (Direção Regional de Educação do Norte e Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis) no âmbito da reorganização escolar, endereçaram o convite para constituição de uma Comissão Administrativa Provisória (CAP) ao atual diretor da escola de Carregosa.

A minha interpretação pessoal foi que, a tutela certamente entendeu que seria quem reunia as melhores condições para o efeito. Não é meu propósito beliscar a idoneidade profissional deste diretor, mas são, para mim, intelectualmente inalcançáveis os fundamentos desta decisão. Contam-se pelos dedos das mãos as agregações que até ao momento resultaram em nomeação para a CAP do diretor de um agrupamento sem ensino secundário – é este o caso.

Não queria pensar que os interesses políticos e partidários se sobrepõem ao que deverá ser melhor para escola.

Não quero acreditar que se trata de uma “caça às bruxas” uma vez que o atual diretor foi dirigente no ex Ministério da Educação.

Não quero sentir que existe manipulação de um conselho geral, imposta através da disciplina partidária fruto de um ressabianço de outras alturas.

Mas as evidências falam tão alto que não é possível ignorar….

Tenho a clara noção que esta é uma decisão que a tutela pode tomar. Está no âmbito das competências que tem. Sei também que não existe sede de recurso. Mas, porque pelo menos tenho direito a apresentar a minha indignação, escrevi estas linhas.

Por último, tenho que agradecer ao Sr. Ministro a possibilidade que deu ao meu filho de mudar de escola: fá-lo-ei já para o próximo ano letivo. Neste momento tenho que confessar o total e absoluto descrédito na escola pública em falência eminente. Para tentar garantir a qualidade na educação do meu educando a única opção que me resta é o ensino privado, onde pelo menos são claras as regras e normas que não mudam ao sabor dos caprichos políticos.

Fajões, 25 de Junho de 2012

Melhores Cumprimentos,

Maria Ferreira

Recebido por e-mail.

Já o ministro Relvas acha que deve fazer provas diárias de vida, mostrando como é muito forte e resiste a todos os ataques. Uma espécie de estratégia à engenheiro, caso não tenham percebido. Deveria perceber, contudo, que quem com ferros tenta matar, com ferros se arrisca a ficar algo amputado… como o outro…

“O que é importante referir é que em matéria de corte da despesa fomos mais além do que estava previsto, o problema que se coloca é do lado da receita e não é uma questão só portuguesa, coloca-se em Portugal, como se coloca em todos os países da Europa, nós não estamos numa ilha”, afirmou Miguel Relvas.

O importante para ele é que gastou menos porque sacou dinheiro aos pobres e remediados (reduzindo-lhes os salários e cortando subsídios) e foi incapaz de ir buscar receitas onde elas existem em profusão (metendo o rabo entre as pernas perante os grandes interesses económicos e financeiros que transitaram intocados das parcerias com os governos anteriores.

Algo de que eu gosto no hiperactivo ministro Relvas, para além de estar constantemente em bicos de pés para se fazer ouvir melhor nos cinco cantos do nosso rincão, é a sua capacidade para dizer banalidades e assumir com grande coragem as conquistas que os outros pagam.

Jardim deve um milhão à igreja que inaugurou ontem

O Governo Regional da Madeira concedeu em dez anos perto de 100 milhões de euros em subsídios para obras e instituições religiosas. Agora terá de reduzir pelo menos 15% nestes apoios, escreve hoje o Público.

A relação de promiscuidade entre a política e as mais diversas esferas de interesses privados na Madeira é por demais conhecida e desfruta há demasiado tempo de uma enorme impunidade. Não é caso único no país, é certo, mas parece-me que a escala a que acontece na RAM aconselharia certas figuras do Estado a não fingirem que não sabem, só porque dá jeito à organização partidária que a todos acolheu e deu carreira.

Embora não seja menos verdade que muitos anos de presidência e governo de outra cor teve o mesmo efeito de omissão. O que nos fará pensar porquê…

Com tanta assinatura de cruz torna-se difícil ajudá-lo…

Cavaco Silva apupado em Guimarães e em Castro Daire

Porque o antigo fechou. Iniciativa do Aventar. Clicar na imagem para…

Então porque andam sempre à cata de encosto?

O Estado Gordo são eles, por muito que disfarcem que a REN e tal, não é pública porque coiso…

PS contesta nomeação de Arnault para a REN e exige explicações ao Governo

… estou, portanto, livre de qualquer dever de sigilo para comentar a coisa? Ainda bem…

(c) Francisco Goulão