Sexta-feira, 15 de Junho, 2012


Nirvana, Come As You Are

Menina que mostrava merenda ruim é proibida de fotografar em escola

Escola tomou a decisão após manchete em jornal.

Receb1 um simpático e informativo mail de um cidadão nacional, criado nos EUA e residente actualmente na Madeira, que me foi erradamente dirigido.

Reservando a identidade do remetente, destaco apenas algumas passagens. Omito o CV, BI e outros dados que recebi. Confesso que não resisti à tentação de deixar implícito o destinatário…

Dear J*** C******* De Almeida,

I am very excited to share my resume with you.  Enclosed in this email, please find a Microsoft Word attachment (.docx).
(…)

 I am a writer, researcher, and educator with a sharp mind for business.  Linguistically, I am still on the important learning curve; minha mãe e avó nasceram e foram criados em Prazeres. Yet, I do not want to be forced back to the United States of America simply due to lack of income while I become more proficient in Portuguese. For this reason, I do not want to forfeit my potential contributions to Portugal as a professional employee, nor do I want to lose my connection to the citizens of Madeira and to the nation of Portugal.  I aim to explore and discover the rich culture and diverse traditions that is now, and forever shall be, my home.  I am proud to be a Portuguese citizen and very thankful for this opportunity.

(…) You have permission to share this correspondence with political and managerial supervisors throughout Portugal, and I can provide you multiple copies of my resume if required. I am an honest, respectful, and hard working individual who keenly understands the responsibilities necessary to help bring my new community into a more financially competitive position.  I believe that all Portuguese people should have the opportunity to thrive in the 21st century, and I would like to gain well-disciplined employment in education, research, or business to help move us all forward.
Kindly review my legal credentials and understand my sincere desire to integrate myself into the professional community in Portugal.  I do not require too much, but I would like to earn a fair salary that is commensurate with my lifelong work ethic in exchange for my hard work.  My spirit wants to contribute positively to life in Madeira and in the nation of Portugal. I consider myself to be an asset who welcomes the challenges to learn, to grow, and to produce. Agradeço-lhe por seu tempo e espero que você possa imaginar minha lealdade e contribuições em um ambiente profissional.
(…)
.
E esta heinh?

Exº Paulo Guinote
Uma aluna de uma turma do 5ºano, na disciplina de Educação Visual e Tecnológica, trouxe-me dois manuais de trabalho, da antiga disciplina de Trabalhos Manuais, que pertencem aos pais dela (Trabalhos Manuais 1ºAno – EQUIPA DE TRABALHOS MANUAIS DO C.P.T.V.- Edição do Instituto de Tecnologia Educativa – Ano letivo 1982/83).
A banda desenhada que aparece na página 2 faz-nos ter boas recordações.
Com os melhores cumprimentos,
Alberto Miranda
Professor de EVT da Escola EB 2,3 de Olival

O tema é incontornável. Cada vez há mais pressão para integrar os mecanismos de decisão política na Europa, com a justificação da crise. Com o CDS no governo e convertido à política em tom baixinho, esquecendo muitas das causas de outrora, e alguns ainda bloquistas a afirmarem-se sociais-democratas pró-federalistas, quase não existem vozes políticas sonantes a opor-se ao que vai ser servido às opiniões públicas europeias como uma benéfica inevitabilidade.

Portanto, fica por aqui uma sondagem umbilical sobre o tema.

A comunidade educativa ficou preocupada. Os resultados das provas de aferição são preocupantes e os especialistas dizem que:

Um projecto pioneiro de ensino do inglês no 1º ciclo. Évora, Escola Conde de Vilalva.

Caros associados:

A APH efetuou uma leitura atenta dos documentos provindos do Ministério da Educação e Ciência que regulam o próximo ano letivo, nomeadamente o Despacho Normativo nº 13-A/2012 e as Matrizes do Ensino Básico e Secundário (estas matrizes já sofreram várias alterações por parte da tutela desde a sua primeira publicação, mas parece que o processo se encontra, finalmente, estabilizado).

Dessa leitura, especialmente da que efetuámos do Despacho Normativo, relevámos o seguinte:

– que a linha condutora explícita nestes documentos é, supostamente, a concessão de uma maior autonomia às escolas, na duração dos tempos letivos e na gestão das cargas curriculares, expressa em diversos momentos do Despacho Normativo acima referido:

Cada escola, dentro de limites estabelecidos, passa agora a decidir a duração dos tempos letivos, a gestão das cargas curriculares de cada disciplina, a gestão dos seus recursos humanos e as opções nas ofertas curriculares obrigatórias ou complementares. Assim, adaptam-se algumas normas para conferir maior consistência à integração das várias componentes do serviço docente. Procede-se à harmonização e flexibilização das horas da componente letiva e das até aqui chamadas horas supervenientes.

 

– que outra linha condutora, esta não explícita, é a redução de despesas, passando pelo aproveitamento, levado ao limite, dos recursos humanos existentes, prescindindo, o mais possível, dos professores contratados;

– que uma “hora”, para os 2º e 3º ciclos e secundário, corresponde, no horário dos docentes, a um período de 50 minutos: «Hora», [é] o período de tempo de 60 minutos, no caso da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, e o período de 50 minutos, nos restantes níveis e ciclos de ensino.

– que A componente letiva, a constar no horário semanal de cada docente, encontra-se fixada no artigo 77.º do ECD, considerando-se que está completa quando totalizar (…) 22 horas semanais (1100 minutos) (isto no caso dos docentes sem reduções devidas à idade – artigo 79º do ECD);

– que se mantém o aumento de 2 tempos no 3º ciclo, a distribuir pelas disciplinas de História e de Geografia, caso as escolas optem por aulas de 45 minutos. Caso escolham a opção dos 50 minutos*, o aumento é residual, já que a tutela estabeleceu que o aumento de dois blocos se destina a uma carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos[1].

Compete assim às escolas:

a) Decidir a duração de tempo das suas aulas; b) Distribuir, de forma flexível, o tempo letivo das aulas de cada disciplina ou área disciplinar, ao longo da semana; c) Ajustar, pontualmente, o horário dos docentes às necessidades escolares que ocorram ao longo do ano letivo;

Neste caso, os docentes com 22 horas letivas poderão passar a ter que lecionar mais dois blocos de 45 minutos, para perfazer os tais 1100 minutos (o que perfaz 24 blocos), e os docentes com 20 horas (1000 minutos de carga letiva), poderão passar a ter que lecionar 22 blocos. Na prática, assiste-se a um reforço da disciplina, mas esse reforço pode corresponder, também, a mais tempo de trabalho para o professor, caso as escolas assim o entendam;

– que as escolas têm autonomia para decidir se estes dois blocos de que falamos no ponto anterior são prestados em serviço letivo da disciplina ou noutro tipo de serviço letivo:

Sem prejuízo do disposto no número anterior, podem ser utilizadas até 2 horas (100 minutos) da componente letiva para: a) Prestação de apoio aos alunos, mas sempre tendo presente que: O serviço letivo resultante dos grupos e turmas existentes em cada escola ou agrupamento tem prioridade sobre qualquer outro para efeitos do preenchimento da componente letiva a que cada docente está obrigado pelo disposto nos artigos 77.º e 79.º do ECD o que, na prática, parece deixar pouca margem de manobra às escolas…

– que, caso as escolas optem por aulas de 50 minutos, não há lecionação de mais dois blocos (22 x 50 = 1100), mas supomos que, quer na opção 45 minutos, quer na opção 50 minutos, terão que ser retirados blocos da componente não letiva, visto que a reposição dos 5 minutos era anteriormente feita nessa componente…

– que a tutela não procedeu a uma distribuição equitativa da carga horária entre História e Geografia, o que está de acordo com a linha condutora dos documentos publicados, mas vai contra todas as nossas recomendações, reiteradas em diversos momentos e lugares;

*Tendo em consideração tudo o que foi aqui exposto, recomendamos aos colegas que, em defesa do ensino da História, exerçam pressão nas respetivas escolas para que se opte pelas aulas de 45 minutos, já que o aumento na carga horária, para a opção de blocos de 50 minutos, é residual.

Muito mais se poderia retirar destes documentos, mas cremos que o que aqui apresentamos corresponde ao que mais preocupa, neste momento, os professores de História.

A Direção da APH  

 


[1] Ver documento da DGIDC Matrizes do Ensino Básico e Secundário.

E para uma racional gestão dos meus recursos visto que, no original, ficam os dois por muito pouco mais do que o preço de um na tradução lusa.

Ninguém diz ou sabe nada?

Continuam como até agora? Duvido! Só se o envelope financeiro emagrecer e nesse caso duvido mesmo…

Desaparecem? Será possível voltar atrás nesta matéria em tempos de desregulação dos horários laborais? Ou alega-se que o desemprego permitiu que muitos pais e avós possam ir buscar a petizada mais cedo?

Ou será que… será que… as AEC entrarão na solução para absorver a mobilidade interna dos docentes dos agrupamentos verticalizados?

E repito o que tenho escrito nos últimos dias… o MEC está a ser colonizado pela obsessão com a Matemática.Seja nas prioridades curriculares, seja nos estudiosos chamados a estudar a Educação.

O resultado? Se antes tínhamos o sociologêscapucho do isczé a dominar na defesa dos coitadinhos, agora teremos o olhar, de cima para baixo, dos académicos empoleirados em cátedras que nunca deram uma semana de aulas a petizes ou sabem, no terreno, como eles lidam com as coisas.

O problema pode ser, em parte, o programa, mas isso não é o essencial. Muito menos andar a mudar o programa todos os anos. Ou será que a aritmética básica precisa assim de tanta teorização?

Ministro da Educação diz que programa de Matemática precisa de ser estruturado

O ministro da Educação e Ciência disse, esta terça-feira, em Luanda, à Lusa que a resposta para enfrentar os resultados alcançados nas Prova de Aferição de Matemática assenta na estruturação dos programas.

É lamentável que a desmobilização atinja este níveis. A verdade é que fazer um laike do FB é muito diferente de fazer algo mais.

Pelo que milhares de amizades virtuais não significam muitos amigos reais.

Protesto de professores com pouca adesão

Menos de meia centena de professores contratados e desempregados responderam hoje ao apelo lançado pelo Facebook para uma concentração no Largo Camões, que alertou para o risco de desemprego de 25 mil docentes, no próximo ano letivo.

“As pessoas acreditam pouco que seja possível mudar alguma coisa”, disse à agência Lusa Cláudia Ribeiro, professora de Matemática do 3.º ciclo do Ensino Básico, para quem medidas como a revisão curricular do Governo estão a “destruir” o seu sonho e o de muitos outros professores.

A docente, que nos últimos três anos optou por colocações em escolas ditas “problemáticas”, ensina há oito anos, mas este ano decidiu que “já chega” e aderiu ao protesto dos professores contratados e desempregados, criticando a revisão curricular, que afirma vir tirar horários às escolas que têm piores resultados nos exames, as mesmas “problemáticas” onde tem escolhido ensinar.

Olá, Paulo,

Envio-te um estudo, sobre a influência da nota de EF na média de acesso, feito por um grupo de estagiários. Sei que há mais e que os resultados são muito semelhantes. Se achares que podes/queres divulgá-lo creio que o poderás fazer porque circula na net e está devidamente identificado.

É uma amostra pequena? É! Só que é o que se passa na generalidade das escolas. Se fizerem um estudo a nível nacional as conclusões não serão muito diferentes.

M.

Ø Influência da CFD – Educação Física na Média de Curso para o Acesso ao Ensino Superior:

– verifica-se que, tanto na categoria de 100 a 134 Pontos como na de 135 a 169 Pontos (90% dos alunos), a Influência é Positiva, em média, de 2,19 pontos por aluno.

– Apenas na Categoria de 17,0 a 20,0 Valores, a qual representa apenas 10% dos alunos (7 alunos), a Influência Negativa (5 alunos) é superior.

Dos restantes, 1 aluno de influência Neutra e 1 aluno de influência Positiva.

Anexo: influencia da nota de ef na media.

Até porque a mini-peça do JN de hoje sobre este tema é mesmo mini e só lá ficou o mais básico do que eu disse à jornalista.

Se a disciplina de Educação Física é obrigatória no currículo e se assim vai continuar, não me parece correcto que a sua classificação se torne equivalente à de uma ACND.

A média para acesso à Universidade (no que ao Secundário diz respeito, pois acho que um grande peso deveria ser atribuído a provas de admissão feitas pelas instituições a que os alunos se candidatam) deveria ser, por isso, resultante de uma fórmula que permitisse aos alunos não incluir a classificação mais baixa, fosse qual fosse a disciplina.

Ter disciplinas de 1ª e 2ª é uma opção errada porque, assim sendo, é o mesmo que dizer aos alunos para não se aplicarem minimamente naquela que, a priori, não lhes vai servir para nada.

Resta saber é se… esta não foi mais uma ideia atirada ao ar, para ver o que acontecia, e depois surgir uma inversão de marcha.

Reconstrução suspensa para mulheres seguidas na MAC

O tal que acha que coiso, os supervisores não têm a obrigação ou os meios (apenas o salário) para?

BCE pode assumir supervisão dos bancos

estou-me a ronaldar p’ra isso