Domingo, 10 de Junho, 2012


The Arcade Fire, Wake Up

(c) Antero Valério

In Lists of Best High Schools, Numbers Don’t Tell the Whole Story

This is the time of year when the lists of best high schools in the United States are published. For anxious consumers, the number of lists can be daunting, whether national in scope (U.S. News & World Report; The Washington Post; Newsweek and The Daily Beast) or local (Boston magazine; New Jersey Monthly; The Chicago Sun-Times).

Mas então a crise não era apenas causada por excessivos défices públicos, provocados por excessiva despesa com a função pública e encargos sociais?

Não era só na Irlanda (e na distante Islândia) que era preciso acudir à banca privada, esse modelo de qualidade de gestão e accountability perante os accionistas e os mercados?

Borrowing by Banks Plagues Europe Despite Aid for Spain

(…)

But the intervention will do little to address the problem that continues to plague the Continent’s increasingly vulnerable financial institutions. Namely: a longstanding addiction to the borrowed money that provides the day-to-day financing that they need to survive.

No Facebook.

Levou o homem quase 20 anos a perorar (é verdade que nem sempre de forma explícita) o contrário e agora… (embora a entrevista enha alguns anos, só agora dei com ela, via Livresco).

Daniel Sampaio: “O mais importante é disciplinar”

O psiquiatra Daniel Sampaio considera a permissividade dos pais um risco e acredita que é fundamental saber dizer “não”.

Apesar de notar a falta de alguns rostos…

(c) We Have Kaos in the Garden

Resta saber se a edição portuguesa terá fôlego para ficar completa…

Lembram-se dos tempos em que, por questões estratégicas, foram criadas associações profissionais fantasmas para terem votos nas eleições da Federação Portuguesa de Futebol?

Ou quando certas organizações políticas decidiram criar organismos-satélites para dar a sensação de vaga de fundo de certas posições em algumas matérias mais sensíveis?

Ainda se lembram daquelas associações de amizade Cabeção do Meio/Havana? Ou Baleizão/Pyongyang?

Com o ME e Maria de Lurdes Rodrigues esse tipo de táctica, que deve muito a certas metodologias de alguma esquerda (afinal não fora ela criada nesse tipo de húmus a quem manteve um cordão umbilical via antigo guru?) que se multiplica não apenas em nicks pelos blogues que acham chatos, também teve o seu grande momento com a criação do Conselho de Escolas.

O argumento é que seria o veículo privilegiado para levar ao ME a voz das escolas, considerando-se que essa voz se faria sentir através de umas dezenas de conselheiros escolhidos endogamicamente entre os directores. Os mesmos que se sementaram depois na ANDE e ANDAEP.

E parece que algumas pessoas levaram a sério o que não passava de um organismo instrumental, micro-corporativo, destinado a fragmentar a representação atribuída aos professores nas negociações com o ME de então.

O Conselho de Escolas nunca representou as escolas e muito menos os professores.

Representou, apenas, um grupo restrito de profissionais da gestão escolar que, por muita estima e respeito que nos mereçam (ou não, em certos e determinados casos), não estavam ali para ter uma posição e voz próprias.

O actual presidente do CE, Manuel Esperança, parece estar chateado porque o actual ministro tem levado à prática a opinião que me pareceu sempre ter sobre tal órgão, ou seja, que não serve para nada de especialmente útil, devendo a sua existência a um truque socrático.

Sim, mais vale acabar. Mas acabar não apenas na enunciação, à espera que apareça alguém a lamentá-lo, assim dando razão a que continue, para alimento de alguns egos.

O Conselho de Escolas nunca serviu para nada, nunca representou mais do que alguns dos seus membros, em nenhum momento se assumiu como consciência crítica das escolas junto da 5 de Outubro. Serviu ao poder como ramalhete na lapela e a alguns conselheiros para se sentirem mais do que são. E só o perceberam quando começaram a ser agregados e dispensados.

Se o Conselho de Escolas desaparecer quase ninguém dará por isso e a Educação em Portugal ficará exactamente na mesma. Nem melhor, nem pior. Os seus efeitos são parecidos aos do paracetamol quando tenho dores de dentes: zero. Nem faz bem, nem mole.

Lamento se sou demasiado directo, mas é a verdade. O CE foi um instrumento da táctica de MLR para dividir os professores e os seus membros, em muitos casos, vaidosos companheiros úteis nesse caminho. Neste momento, não serve para nada, é incapaz de uma posição de força, inútil como lobby para além de (tentar) negociar os interesses de alguns directores. É ignorado como órgão consultivo porque qualquer reunião de um DRE com directores da sua área o substitui com ganho (‘).

Sim, deve acabar.

Sem grandes conversas, sem grandes alaridos.

Com o que pode restar-lhe de dignidade.

Acabar. Finar-se.

Auto-dissolver-se e enviar a conta para Paris ou para a FLAD.

Partes 2 e 3.

Para quem gosta de livros, uma pequena crueldade fantástica.

Será que por cá… não será este o plano oculto para certas autonomias…

No money in academy status these days

Schools that thought academy status would bring in extra cash are now getting a terrible shock.

Uncomfortable in our skin: the body-image report

More of us than ever hate the way that we look. It’s making us anxious, unhealthy and disempowered. A special report on the pressures distorting the way we think and feel.

A Game of Euro Chicken – Playing Until the Germans Lose Their Nerve

For Germany, being part of the European Union has always included an element of blackmail. France has been playing this card from the beginning, but now the Spanish and the Greeks have mastered the game. They’re banking on Berlin losing its nerve.

Angela Merkel, swimming instructor

When it comes to the euro, the German chancellor prefers self-help to help—but she can be more flexible than she seems.

(c) Francisco Goulão

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