Não entendo os directores que tanto querem contratar com as mãos livres os professores para as suas escolas e agrupamentos.

Antes de mais a experiência de contratação directa nos TEIP tem deixado muito a desejar.

Em seguida, não entendo como alguém que se queira afirmar pelas qualidades de liderança, de mobilizar os docentes para um projecto, precise de métodos não permitidos a qualquer docente que recebe, no início do ano, turmas que não formou a seu bel-prazer.

A desculpa de muita gente é esfarrapada. Se eu devo ter capacidades para motivar dezenas ou mesmo centenas de alunos (sim, há professores com 200 alunos e isso será ainda mais real em 2012-13), porque não deve um director ter a capacidade para mobilizar a mesma quantidade de professores?

Não será isso, também, o que define uma verdadeira liderança?

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