O mundo mediático anda estranho, ou não fosse ele também empresarial e muito dependente de fluxos publicitários.

Depois de severas críticas ao governo e ao Ministério da Economia por causa do episódio do secretário que saiu porque seria contra os interesses enraizados no sector energéticos e contra a tal coisa das rendas que penalizavam muito o Estado, eis que surge um acordo que não é uma total cedência a esses interesses e os incomoda pelo menos um pouco.

Imediatamente há quem surja em baixa na cotação de popularidade de uma publicação que, há não muito tempo, era distribuída com sacos destinados à reciclagem patrocinados pela EDP.

Coisos do camandro!