Domingo, 6 de Maio, 2012


Billy Joel, A Matter of Trust

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Que nível de confiança tem, neste momento…

 

Upset in the Greek political system

Two years after Greece entered the tunnel of indefinite austerity of EU-IMF oversight, the Greek electorate appears to have dealt a resounding blow to the two once biggest parties, Pasok and ND, which are blamed for bringing the country to the point of bankruptcy.
The complete upset of the political system appeared to be confirmed by exit polls that placed left wing Syriza second, with 14-18 percent. For days, the party was expected to multiply its 4.6 percent result from 2009, when it placed fifth. Party leader Alexis Tsipras has campaigned on a platform of forming a wider, leftwing coalition that would include both the Greek Communist Party (which has adamantly refused to form a coalition government) and Fotis Kouvelis’ Democratic Left Party, which is getting 4.5-6.5 percent in the exit polls.
If Syriza remains the second party when the final results are in, that will severely complicate efforts to hammer out a coalition.
ND leader Antonis Samaras looks to have been handed a Pyrrhic victory. Though his party places first – 17-20 percent (Public Issue/Skai) or 20.5-24.5 percent (Alco Net) in exit polls could be up to 16 percent lower than it received in 2009 (33.48 percent). That may be enough to produce a backlash from the more centrist, liberal wing of his party, which has not looked kindly on the party leader’s shift to the right wing.

Nicolas Sarkozy en direct : “Je m’apprête à redevenir un Français parmi les Français”

François Hollande élu président de la République, avec 51,9 % selon les dernières estimations.

Optei pelo printscreen, para não parecer um post a passo.

Documento recebido por mail, podendo aqui ser contraditado por quem achar necessário.

Exmo. Senhor (a) Inspetor (a) – Geral da Educação e Ciência
C/C Exmo. Senhor Diretor Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo
Palmira Maria Paixão, professora do Agrupamento Escultor Francisco dos Santos, em Fitares, do grupo 200, vem por este meio expor a seguinte situação:

  1. No dia 30 de Abril de 2012, foi-me solicitado pela funcionária *************** para ir fazer uma substituição para o ginásio, à turma do 8.º A.

  2. Respondi que para aquele local não tinha condições para ir, pois era professora de História, não de Educação Física e nem sequer havia plano de aula. Pedi-lhe para me arranjar outra sala.

  3. A funcionária, após contacto com a Subdiretora, respondeu-me que não havia salas disponíveis, só se fosse para a sala de convívio dos alunos (aqui existe bar, os alunos jogam, brincam, andam por cima das mesas, correm atrás uns dos outros, etc., etc.).

  4. Disse-lhe que não tinha tirado nenhum curso de palhaço para me sujeitar àquela humilhação e que não iria, precisaria, todavia de saber, se teria de colocar algum artigo para justificar a não comparência a tão surreal substituição.

  5. A assistente operacional volta a contactar a subdiretora e vem dizer-me que assinasse o livro das substituições, que não era preciso justificar e que explicaria a situação à diretora, professora **************, pois não havia dignidade no local para fazer substituição (o dia estava de chuva). Cumpri o horário na sala de professores.

  6. No dia 3 de Maio, voltei a abrir o referido livro e, no espaço onde tinha explicado o que se passara (em 30/04/2012), e que assinara, tinha uma falta a vermelho (junto em anexo cópia).

  7. Fui perguntar à referida assistente se se lembrava da situação que ocorrera, tendo-me sido respondido que sim, mas que recebera ordens nesse sentido.

  8. Ninguém me avisou das alterações das decisões ocorridas.

  9. Fui à papelaria e comprei um impresso para justificar a falta (ver anexo).

  10. Durante este ano já fiz mais de setenta e quatro substituições, sem quaisquer condições, a todos os anos e a todas as disciplinas, raramente havendo plano de aula. Os alunos reagem sempre mal, desrespeitando, circulando na sala e recusando as propostas de trabalho que tenho que ir inventando. Os livros do carrinho de leitura nem chegam a sair do sítio, pois são rejeitados. Basta ver os registos.

  11. Nunca foi cumprido o estipulado no Art.º 82 do Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de Fevereiro, que procedeu às alterações do Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril e seguintes, nomeadamente os pontos 5, 6 e 7, nem o previsto no Artigo 15.º do Despacho n.º 5328/2011, nos pontos 6 alínea b) e 7 e 8, neste último caso, em nenhuma alínea. As atividades que se encontram a funcionar ou não têm alunos, ou têm sempre os mesmos. Os clubes não estão a funcionar de modo a ocupar os tempos escolares dos alunos, quando os professores faltam.

  12. Desconheço os critérios de constituição daqueles clubes, da sua atribuição e da mais valia para o agrupamento.

  13. Julgo que esta forma de “castigar” os professores que têm redução ao abrigo do artigo 79.º é uma grande humilhação, uma forma de generalizar a indisciplina, de não aproveitamento dos recursos humanos e uma “arma” nas mãos de diretores prepotentes, que utilizam, à sua maneira, a componente não letiva, preservando os amigos e atirando para cima dos outros as tarefas mais desagradáveis.

  14. Devido às constantes ilegalidades, o meu horário já foi alterado, julgo que quatro vezes.

  15. Não pedi para ter redução e preferia ter alunos de quem soubesse o nome e disciplinas que conseguisse ensinar.

Face ao que foi exposto, solicito, mais uma vez, a reposição da legalidade, através do cumprimento dos normativos atrás referidos e da anulação da falta que me foi marcada arbitrariamente, por má fé, numa atitude discriminatória (pelas informações que colhi junto dos funcionários, nunca houve substituições no ginásio – por professores de outras disciplinas -, nem na sala de convívio dos alunos) e que retrata, com toda a evidência, o que se passa no agrupamento onde trabalho.

Com os melhores cumprimentos,

Fitares, 4 de maio de 2012

A professora,

Palmira Maria Paixão

Divulgo aqui o documento recebido, e sobre o qual já enviei a minha opinião pessoal ao autor, com o título “UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO EM PORTUGAL” de que aqui fica o texto completo: FLE – UmaEstrategiaParaAEducacaoEmPortugalrev

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