Via Carlos Vaz Marques no FBook, a quem se devem também os direitos de autor do título do post.

Quanto a mim, apenas diria que um Otelo bígamo é revolucionário q.b. Agora duas horas à frente do espelho, pela manhã, é um bocado abichanado.

A página é da nova biografia de Otelo, de Paulo Moura.