Terça-feira, 17 de Abril, 2012


Kraftwerk, The Telephone Call

Desimpediram as válvulas da net, mas a televisão é um ver de te não avias e o Real só na TV dos Pobres.  Os ténicos afadigam-se no rés-do-chão, certamente maravilhados com a obra feita pelos seus antecessores quando cá vieram instalar os cabos. Ou isso ou são varguitas a instalar as escutas. Prometeram que subiam, mas para quem era para estar cá às vintióras, já eram vintiuma quando chegaram.

São simpáticos e parecem competentes (não são portugueses e o sotaque revela leste suave). E são sinceros… o cabo da PT que foi colocado lá fora é… o costume… loja dos 300.

PSD perdeu pela primeira vez uma votação no Parlamento da Madeira

O deputado da CDU-Madeira, Edgar Silva, salientou que a Assembleia Legislativa viveu nesta terça-feira “um momento histórico”, porque pela primeira vez o PSD perdeu a votação de um diploma em plenário, uma vez que não tinha maioria.

Sou um utópico irrecuperável.

É assim um suponhamos. Um aroma que sinto no ar em matéria de rasteira ao próximo para evitar mobilidades. Ou muito me engano ou haverá uma epidemia parecida com a da ilha dos cegos, mas mais em forma de cegonhas do espírito santo.

Que isto para DCE e DCSV (Destacamento por Coitadinhice Sem Vergonha) vai ser que nem resmas de gigabytes.

E eu, constrangido, partilhei diversos pensamentos com a menina A. F. que me atendeu sobre a qualidade dos serviços e assistência técnica. Espero que a chamada tenha sido gravada porque acredito que possa via fazer parte de um best off de clientes irritados, mas a resistir a entrar pelo vernáculo.

Que tinha um constrangimento na linha já eu sabia há muito, não precisava de levar minutos à espera que testasssem a linha, a constrangida. Como me ligaram para o tm e eu não estava a pagar aproveitei para descarregar um pouquinho, fazendo saber á menina que não era nada com ele, mas que o protocolo da conversa fiada com os clientes me estava a fazer salta o verniz e que era já hoje que se acabava a meo relação.

Poucos minutos depois, o constrangimento já estava desconstrangido em matéria de net. Agora estou a aguardar pela tv.

Agora, até às 20, parece que os ténicos precisam de me ver o equipamento. Má sorte não serem ténicas.

Rai’s parta esta República que anda desta forma servida.

Submarinos: investigação não avança por «falta de dinheiro»

Pinto Monteiro diz estar à espera de dinheiro do Ministério da Justiça.

Vai pelo mesmo caminho do Portucale ou ainda menos. Vai ao fundo ainda antes de ser necessária a absolvição.

PGR diz que não há dinheiro para perícias e aguarda verbas do Governo

“Não aceito um país com portugueses de primeira e de segunda”

António José Seguro juntou-se ao grupo parlamentar do PS, reunido em Bragança. Em Vinhais, junto ao tribunal que está na lista para encerrar, pediu ao Governo que olhe para o Interior com outros olhos.

Aceita só com tugas de 3ª? É que já serem a maioria…

Identificado gene que interfere na inteligência

Foram tantas e tão brilhantes as ideias que eu preferi…

“Foram gastos milhões de euros para nada”, disse o ex-presidente do AICEP sobre as campanhas dos governos de Sócrates para atrair investimento estrangeiro.

Até para fazer conjunto com a posição do post abaixo: Parecer_Com_Municipal_Educacao_agregacoes Abr2012.

Fica aqui e é exemplar do que poderia ser feito, mas não é, em tantos outros pontos do país nem pelos CD enquanto órgão colegial, quer pelos que lá estão alegadamente a representar aqueles que não consultam quando anuem, nem que seja por omissão das suas responsabilidades: Posição Representantes dos PEE do CG – Agrupamento de Escolas D. Dinis.

Sobre os currículos e uma tal ideia de eficácia

Tenho entendido, embora sem informações precisas, que este Ministro da Educação vai rever os currículos, para além de alguns ajustamentos que já fez. Muito temo que tudo venha a obedecer a uma lógica neoliberal de eficiência e de resultados a qualquer custo, em que se inscrevem os exames do 4º ano e o aumento de alunos por turma. Parece não haver, nunca, uma estratégia a longo prazo (talvez, houvesse nesta área mais que em nenhuma outra a necessidade de um pacto que ultrapassasse a mera legislatura ou algum resquício ideológico). É sabido que há directivas europeias, daqui e dali, e depois medidas que, não raro, parecem avulsas e fragmentadas.

As perguntas são muitas, por exemplo: o que fizemos do tempo escolar, da famigerada carga horária? A meu ver, nada de que nos possamos verdadeiramente orgulhar. Foram-se criando cada vez mais disciplinas e a tentativa de criar áreas curriculares não disciplinares no ensino básico (reorganização curricular 2001) que tornassem possíveis formas inovadoras de trabalho e de organização não teve o resultado que se esperava. Não me admira, portanto, que se reformulem. A questão está em saber de que modo.

Ao contrário da corrente, julgo que é urgente reconquistar algum tempo às áreas disciplinares, para o poder utilizar de outro modo, de forma mais livre e criativa. Mas, onde vamos buscar esse tempo? Que disciplinas se extinguem, agrupam ou reduzem? Já se sabe que não pode ser ao português, à matemática, às línguas estrangeiras, às ciências, à história, à educação física (já vou em sete disciplinas ou mais), pois, todas são necessárias e importantes. Concordamos. Mas, será tudo igualmente importante? Se calhar, não.

Seria necessário reduzir as áreas disciplinares ao essencial, na procura de currículos significativos, onde fosse possível ir para além do superficial, do disperso e difuso. A seguir, criar um espaço curricular diferente dos outros, onde fosse proibido pôr errado, cortar, propor uma solução única ou definitiva. Um espaço para a participação, para aprender a pensar, a inovar, a discutir ideias, a perguntar, a duvidar… Uma área onde não se fosse aprender da mesma maneira, onde não se fizesse o mesmo tipo de testes, onde não houvesse as mesmas mesas e cadeiras. Um espaço novo, tipo uma ágora grega, a reinventar.

Começa a ser penoso ver alunos que “estudam” tanto e não sabem muito. Dirão que há no sistema bons alunos que sabem muito e pensam muito bem. Sei disso, mas, se nos debruçamos sobre o facto, vemos que são crianças e jovens que, há muito, fazem um percurso de trabalho autónomo, onde se sentem criativos e desenvolvem interesses para além das propostas escolares. É esta autonomia, interesse e criatividade que os currículos escolares deveriam incorporar. Não penso que se tenha conseguido, até agora. Para tal, é preciso que mudemos de atitude, todos. Nesta tarefa, os currículos são apenas uma parte, como é óbvio.

Maria Rosa Afonso

Ou isto:

Gás natural aumenta 6,9% no dia 1 de Julho,

ou isto:

Plastics maker Sintex seeks to solve India’s energy and sanitation problems in one stroke – with an at-home biogas digester.

O sexo depois dos 60 anos tem um novo significado

Universidade pode vir a ser só para ricos, diz Igreja

A Universidade em Portugal corre o risco de ser um exclusivo das elites económicas, diz um responsável da Pastoral do Ensino Universitário. A organização da Igreja Católica escreveu ao ministério da Educação, criticando as novas regras de acesso ao Ensino Superior que estão a deixar alunos com capacidade de fora.

Nem à televisão dá para aceder. Vou ter de reclamar para o Ricardo Araújo Pereira. Ou para o Quintela se a fila estiver muito comprida para os autógrafos do RAP.

Mas tem razão numa coisa… 80 a 90% dos dirigentes alinharam em tudo o que Sócrates disse e fez e dos restantes ainda houve os que ficaram calados ou aceitaram ter desterros dourados (Ferro, Cravinho, Carrilho).

Se o grupo parlamentar do PS decide, em Abril de 2012, homenagear Sócrates, Lino e Paulo Campos nas suas jornadas, é porque realmente muito mais gente sabe o que fez. A começar pelo presidente honorífico do partido durante todo esse tempo. Almeida Santos tem razão, até porque ele é um dos (principais) outros culpados.

Almeida Santos fala na ‘estupidez incrível’ de tomar Sócrates como único responsável pela crise

Um partido não deve renegar o seu passado de forma total, mas será que é possível manter tamanho nível de descolamento da realidade?

Pilhéria: ser fendido rido com seriedade.

Um país velho que pulula de festa em festa.

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