Adoro as novidades do século passado.

Corria 1999 e numa DT com 22 alunos, vários deles com o que agora se chamam NEE, já eu dava aulas de Língua Portuguesa (assim como colegas de outras disciplinas) em parceria com uma colega da Educação Especial, cuja função era acompanhar os alunos com dificuldades mais severas de acompanhamento das tarefas.

O problema é que tudo isto esbarra nos critérios orçamentais em vigor. Se acabaram com o Estudo Acompanhado (depois de terem destruído por completo o sei objectivo inicial) como é que se acredita que possam aceitar esta (boa) ideia?

Dois professores por sala com alunos com dificuldades

A presença simultânea de dois professores na sala em algumas aulas de turmas com alunos com mais dificuldades de aprendizagem é uma das propostas que uma associação de docentes do ensino especial vai apresentar, na quinta-feira, no Parlamento.

Claro que com autonomia real para o que efectivamente interessa, as escolas poderiam implementar este tipo de medidas, sem terem de andar a copiar modelos que funcionaram algures, mas que podem não funcionar quando generalizados de forma acrítica.

 

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