Para uma peça de Ana Petronilho no Económico de hoje sobre o melhor e pior de um ano pós-pedido de resgate financeiro na área da Educação:

Para pior: a instabilidade da situação profissional dos professores contratados, que serão os primeiros sacrificados pelos cortes no sector. A continuação da concentração escolar em agrupamentos cada vez maiores e, a breve prazo, perfeitamente ingovernáveis com um mínimo de qualidade. A manutenção do modelo único de gestão escolar.

Para melhor: o conhecimento, por fim, das auditorias do Tribunal de Contas às obras da Parque Escolar e a outras iniciativas do tempo dos governos anteriores como o Plano Tecnológico da Educação. Alguns aspectos da mini-reforma curricular, em particular o fim das ACND. A transmissão de uma mensagem da necessidade de maior trabalho e rigor na aquisição das aprendizagens.