Segunda-feira, 26 de Março, 2012


Gary Clark Jr., Don’t Owe You A Thing

fafe.com

Abram alas ao novo líder

… embora uma parte de mim desejasse que, pelo menos, se dividissem as turmas e certos professores redescobrissem o prazer de dar aulas a solo.

Professores de Educação Visual e Tecnológica contra divisão da disciplina

Concordo com uma discussão alargada, a nível de agrupamentos, acerca da duração ideal das aulas.

É por este lado que eu concordo com a Autonomia.

A reforma curricular nos 3 canais.

… e a minha petiza vai ser da primeira leva a fazê-los.

Alunos do 4.º ano já farão exames em 2013

A partir do próximo ano lectivo, os alunos do 4.º ano vão passar a ter provas finais de ciclo que contarão para a nota, anunciou hoje o ministro da Educação e Ciência durante uma conferência de imprensa para apresentação da proposta definitiva de revisão da estrutura curricular do ensino básico e secundário.

Alunos do 4.º ano vão ter exames a partir do próximo ano

(…)

De acordo com o ministro, que apresentou, esta segunda-feira, a versão final da revisão da estrutura curricular do Ensino Básico e Secundário, as notas daquelas provas deverão valer cerca de 30% na classificação do aluno no fim do ano letivo.

Nuno Crato afirmou que esta decisão ainda não está tomada, mas que deverá ser “muito provavelmente” idêntica à estabelecida para o 6.º ano.

Mas há aspectos práticos a esclarecer: a avaliação do final do 1º CEB é qualitativa, pelo que vai ser curioso perceber como se aplicará o peso de 30% na nota final. Ou a escala de final de ciclo de transforma em quantitativa ou terá de ser feita por aqui uma equivalência entre os Não Satisfaz ou Insuficientes, os Satisfaz, os Bons, etc e a tal escala quantitativa…

Se os alunos são muito novos para fazerem exames?

Não me parece…

Só Lurdes Rodrigues defendeu Parque Escolar

Nuno Crato disse nada ter a acrescentar ao relatório do Tribunal de Contas (TC), Isabel Alçada ficou-se por «aspectos genéricos» do programa. E Teixeira dos Santos não quis prestar declarações ao TC. Maria de Lurdes Rodrigues ficou sozinha na defesa do programa de modernização das escolas secundárias.

O Tribunal de Contas quis ter na sua auditoria à Parque Escolar o contributo dos vários governantes que tiveram a tutela da empresa. Mas apenas Maria de Lurdes Rodrigues se alongou na defesa do programa que lançou juntamente com José Sócrates em 2007.

Nas alegações enviadas à instituição liderada por Guilherme d’Oliveira Martins, Maria de Lurdes Rodrigues realçou «a importância do programa de modernização» das infra-estruturas escolares».

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