Sábado, 24 de Março, 2012


REM, Orange Crush

Vá lá, escolha-se um número, eu escolhi o treze. E não é que, com tantos disponíveis (centenas, ao que consta), todos o querem? Invejosos!

E aqui? Ninguém fala em interesse nacional? São só privilégios adquiridos?

É que eu também tinha um contrato com o Estado e ele está farto de ser quebrado.

As indemnizações são apenas para os futuros empregadores?

TGV é o princípio. Governo arrisca 1700 milhões em indemnizações

O pedido de indemnização de 300 milhões de euros pelo fim do TGV não será o último processo de grupos privados contra o Estado. À medida que as obras param, os contratos são suspensos ou anulados, os bancos exigem reembolsos e a renegociação das rendas excessivas e das PPP (parcerias público privado) marca passo, o Estado é confrontado com pedidos de indemnização e de compensações por custos assumidos e reequilíbrios financeiro.

Isto é deveras entusiasmante… Será que foi a seguir ao almoço?

Passos sobe ao palco para explicar «confusão»

Depois da chamada de atenção, Congresso decide repetir a votação.

O presidente do PSD, Passos Coelho, subiu este sábado ao palco do Congresso social-democrata durante a votação das propostas de alteração dos estatutos para alertar os congressistas para o facto de terem acabado de eliminar a eleição dos órgãos nacionais em congresso.

«Espero que o Congresso tenha noção disso, do que acabou de acontecer», alertou.

Depois desta intervenção, a mesa do Congresso decidiu devolver ao Congresso a decisão de repetir ou não a votação, proposta que os delegados votaram favoravelmente.

Os congressistas do PSD tinham aprovado minutos antes uma proposta de alteração estatutária da JSD segundo a qual os órgãos nacionais do partido deixam de ser eleitos em Congresso.

Até porque, possuído pelo espírito santo laranja, ele ficou dotado do privilégio da infalibilidade.

Relvas: O que se passa no Conselho de Ministros é “sagrado” e “reservado”

… que eles explicam a coisa com perfeição…

O PSD vai chamar ao Parlamento o ministro da Educação, Nuno Crato, e as antecessoras no cargo, Maria de Lurdes Rodrigues e Isabel Alçada, na sequência da auditoria à Parque Escolar.

Espera-se é que não seja à Comissão de Educação que aquilo está cada vez mais recheado de especialistas em qualquer coisa.

Depois do que escreveu aqui, aguarda-se nova interpretação dos factos. Enquanto esperamos, também podemos reler:

A viúva do socratismo

A viúva-mor do socratismo, Fernanda Câncio, a fazer a interpretação socialista da auditoria da IGF à Parque Escolar é um acontecimento televisivo que devia ser visto por todos. Apesar do seu nenhum à-vontade com a matemática (característica que é comum a quase todos os socialistas), Câncio virou o relatório ao contrário, só encontrando virtudes na gestão da Parque Escolar. Sobre a dívida monstruosa contraída no tempo do seu ente querido nem uma palavra. Não admira que lhe chamassem a namorada do regime.

Página seguinte »